Colombianos chegam otimistas ao Mané Garrincha
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Colombianos chegam otimistas ao Mané Garrincha

Torcida não enfrentou problemas na entrada do estádio

Seleção Universitária

19 de junho de 2014 | 13h05

Torcida não enfrentou problemas na entrada do estádio

Milhares de torcedores colombianos ‘invadiram’ a capital federal para ver o jgo contra a Costa do Marfim (Jorge Macedo/Seleção Universitária)

 

Jorge Macedo – especial para O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA – Com os versos “Ole, ole, ole, ola / que mi Colombia va ganar”, a ‘febre amarela’ tomou conta do estádio Mané Garrincha nesta quinta-feira, 19. Milhares de torcedores colombianos invadiram a capital federal para apoiar a seleção contra a Costa do Marfim. O resultado positivo garante a classificação de qualquer uma das equipes, já que ambas estrearam com vitória na primeira rodada.

Otimistas após a goleada por 3 x 0 sobre a Grécia, a alegria dos torcedores colombianos era visível desde horas antes da partida, quando centenas deles se aglomeraram nas estações do metrô e também na rodoviária. O governo local disponibilizou ônibus gratuitos para quem foi até o estádio.

Diferentemente do que aconteceu na partida entre Suíça x Equador, quando alguns entraram quinze minutos após o início do duelo, a torcida não enfrentou filas e antes das 12h30 todos já estavam dentro do Mané.

O casal Sebastian Gimenez, 22, e Caterine Pinilla, 20, veio de Medellin para apoiar os jogadores. Confiantes, eles acreditam na vitória da seleção. “Hoje será 2 a 0, gols de Teo e Cuadrado. Espero que avancemos até as quartas de final, pelo menos”, disse Gimenez. A namorada é ainda mais otimista. “Tenho esperança de que seremos campeões mundiais, nossa equipe é muito forte”, afirmou.

Olga Ortiz, 38, percorreu mais de 10 mil quilômetros de Cali até o Distrito Federal. Casada, ela não poderá assistir ao jogo por conta da filha Manuela Ruiz. “Vim com ela, meu marido e dois amigos para cá. Todos entraram, não pude ir junto porque a Manuela só tem um ano e meio. Voltarei para o hotel com uma amiga e torcerei de lá”, disse enquanto amamentava a filha no entorno do estádio.

Alguns torcedores não conseguiram comprar ingresso e foram até o Mané Garrincha tentar a sorte. Foi o caso de David Caballero, 31. Natural de Bogotá, ele estava desesperado em busca de uma entrada. “Todos os meus amigos tinham ingressos e já entraram, só eu que ainda estou por aqui. Estou disposto a pagar até R$ 400, mas não encontrei ninguém que esteja vendendo”, lamentou.

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