Costarriquenhos e italianos chegam animados à Arena Pernambuco
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Costarriquenhos e italianos chegam animados à Arena Pernambuco

Torcedores confraternizam antes de entrar no estádio

Seleção Universitária

20 de junho de 2014 | 13h17

Torcedores confraternizam antes de entrar no estádio

Pintura no corpo do torcedor começou na goleada de 5 a 1 da Holanda sobre a Espanha (Emanuel Leite Jr/Seleção Universitária)

Emanuel Leite Jr. – especial para O Estado de S. Paulo

RECIFE – Confiantes e esbanjando alegria. Foi assim o movimento dos torcedores no entorno da Arena Pernambuco no fim da manhã e começo da tarde desta sexta-feira, 20. Ao contrário do sábado passado, em que longas filas se formavam três horas antes do início de Costa do Marfim x Japão, hoje as entradas fluíam com celeridade. Isto deu maior tranquilidade ao público, que pôde aproveitar o bom tempo em São Lourenço da Mata antes de entrar no estádio.

O costarriquenho Federico Patiño era um dos animados torcedores. Ele chegou ao Recife apenas na quarta-feira, 18, tendo viajado para o Brasil de última hora, tamanha empolgação com a vitória sobre o Uruguai. “Vi o primeiro jogo em casa, pela televisão. Depois da vitória, falei com amigos que já estavam aqui e resolvi vir”, contou.

Segundo Federico, tudo conspirou a seu favor. “Meus amigos tinham ingressos extras para o jogo de hoje e também contra a Inglaterra. E consegui comprar a passagem para cá sem dificuldade. Deu tudo certo”, comemorou.

Confiante, ele crava um resultado bastante otimista. “3 a 0”, afirmou. Seu amigo Daniel Garro também se mostrou confiante. “Vamos fazer história. Há exatos 24 anos, a Costa Rica se classificou para a segunda fase na Copa de 1990. Hoje voltará a ser um dia histórico”, disse.

Azzurra até no corpo. Filho de pai italiano com mãe tailandesa, o belga Roberto Malorgio veio de Genk para acompanhar a festa da Copa. Torcedor da Itália, ele demonstra sua paixão pela nação do pai em seu corpo. Todo pintado de azul, Roberto espera pela vitória da Azzurra. “Não vai ser fácil. A Costa Rica é um adversário complicado. Mas acredito que a Itália vai vencer.”

Roberto veio ao Brasil com o amigo de trabalho, o holandês Harm Van Nunen, que conta que a pintura no corpo começou na goleada de 5 a 1 da Holanda sobre a Espanha. “Pegamos uns frutos na Amazônia que, quando esfregados, ficam laranja e nos pintamos em Salvador”, disse. Para eles, a Copa do Mundo é mesmo uma festa.

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