Imprensa sofre para acompanhar coletiva da Itália em Fortaleza
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Imprensa sofre para acompanhar coletiva da Itália em Fortaleza

Tobias Saldanha

26 de junho de 2013 | 12h25

Cerca de 80 pessoas ‘superlotaram’ o auditório do Estádio Presidente Vargas para acompanhar a coletiva do meia Marchisio nesta terça-feira, 25; lotação gerou desconforto para os presentes

 

Auditório do estádio Presidente Vargas (Tobias Saldanha/Seleção Universitária)


Tobias Saldanha – Seleção Universitária – Especial para O Estado

FORTALEZA – A Itália continua os preparativos para a semifinal contra a Espanha na próxima quinta-feira, 27, na Arena Castelão. A Azzurra realizou nesta terça-feira, 25, treino secreto no Estádio Presidente Vargas pela manhã e à tarde, treino físico no gramado.

Mas se dentro de campo o técnico Cesare Prandelli tem os desfalques de Balotelli, Abate e provável ausência de Pirlo, na sala de Imprensa do Estádio, o problema está na falta de estrutura do auditório.

Com 30 cadeiras reservadas para os veículos de comunicação (nacionais e internacionais), os profissionais da área sofrem com o pequeno espaço disponível para o trabalho da imprensa desde domingo, 23, quando a seleção italiana chegou a Fortaleza.

Carlo Paris, repórter italiano da RAI, criticou a Sala da Imprensa do Presidente Vargas:

“Não tem como ficar lá, a sala tá muito quente e abafada por causa da porta aberta. Vi pessoas sentadas no chão, um absurdo”.

Revoltado com a estrutura do auditório, Paris questiona mais. “Em 2014, a estrutura disponível por aqui será essa?”

Segundo a Secretaria de Esportes e Lazer (SECEL), responsável pela administração do PV, o local receberá investimentos visando a Copa do Mundo, no ano que vem.

No projeto, está previsto a construção de um auditório com 150 lugares.

Problemas à parte na sala de imprensa, o meia Marchisio torce para que os jogadores da Espanha estejam de “ressaca” no dia da partida, depois da notícia de que alguns atletas da Fúria teriam levado garotas para o Hotel onde estão hospedados em Fortaleza.

“Estamos torcendo para que eles entrem no campo cansados”, disse, arrancado risos dos espremidos jornalistas presentes na coletiva. 

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