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Paciência e animação antes do jogo na Arena Pantanal

Voluntária do COL animava torcedores que aguardavam para entrar no estádio

Seleção Universitária

21 de junho de 2014 | 19h55

Voluntária do COL animava torcedores que aguardavam para entrar no estádio

 

Adilson Chinna – especial para O Estado de S. Paulo

CUIABÁ – Quem foi à Arena Pantanal neste sábado, 21, acompanhar o jogo entre Nigéria e Bósnia precisou de muita paciência. As filas de torcedores fora do estádio alcançaram cerca de quatro quadras de extensão e provocaram muitas reclamções.

“Tem muito mais gente do que no primeiro jogo”, afirmou o aposentado Gumercindo Correa, de 73 anos, referindo-se à partida entre Chile e Austrália na sexta-feira, 13, em Cuiabá.

Mas apesar das dificuldades, o humor não faltou. Do alto de sua cadeira de 2 metros, a auxiliar administrativa e voluntária do Comitê Organizador Local (COL) Ariani Campos Aguiar, 25, orientava o público, de maneira irreverente. “Vamos entrar minha gente, tem muita mulher bonita lá dentro… e homem também”, gritava.

Quem precisava de ajuda para localizar alguém ou ser localizado não escapava dos anúncios de Ariani. “Afonso está perdido e à procura da esposa. Ela é linda, loira, maravilhosa e se chama Ana Lúcia.”

Jogo de cintura não faltou para a voluntária. Quando abordada por um grupo de nigerianos em inglês, ela tentou precisou improvisar. “I´m not speak English”, dizia, usando um megafone.

A arquiteta Paula Lemos, 29, divertiu-se com o conjunto de frases da moça. “Ela está no lugar certo, é super divertida”, afirmou.

Ingressos. Antes da partida, na frente do estádio, nigerianos tentavam vender ingressos a R$ 250.

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