Retrospecto e ausências favorecem Brasil contra a Itália
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Retrospecto e ausências favorecem Brasil contra a Itália

Victor Costa

21 de junho de 2013 | 14h19

Seleção brasileira possui mais vitórias no confronto; além disso, os volantes Pirlo e De Rossi estão fora da partida

 

Balotelli e Neymar são os artilheiros de suas equipes (Ricardo Moraes/Reuters - Robert Ghement/EFE)

Balotelli e Neymar são os artilheiros de suas equipes (Ricardo Moraes/Reuters – Robert Ghement/EFE)

 

Victor Costa – Seleção Universitária – especial para o Estado

SÃO PAULO – Já classificados, Brasil e Itália se enfrentam neste sábado na Arena Fonte Nova. O duelo decidirá quem será o líder do grupo A e, provavelmente, fugirá da Espanha na semi-final. As duas equipes possuem seis pontos conquistados. Mas os brasileiros levam vantagem no saldo de gols, 5 contra 2, e, por isso, um empate já garante a primeira colocação no grupo.

A seleção brasileira vai desfalcada do volante Paulinho, que sofreu uma torção de tornozelo durante a partida contra o México. Além do jogador do Corinthians, o coordenador técnico, Carlos Alberto Parreira, já admitiu que existe a possibilidade de poupar alguns jogadores.

No lado italiano, o setor de meio campo também estará desfalcado, mas de dois jogadores. O principal articulador de jogadas, Pirlo, está fora com uma lesão na panturrilha e não se recuperará a tempo. A chance dele ficar de fora da semi-final também é real.

Já o volante De Rossi cumpre suspensão pelos dois cartões amarelos. Além dos dois, ainda existe uma possibilidade do treinador Cesare Prandelli poupar jogadores devido ao cansaço.

O confronto Brasil x Itália já ocorreu 15 vezes. Ao todo, são 7 vitórias brasileiras, 5 italianas e 3 empates. São 26 gols anotados pela seleção canarinho e 21 pela Azzurra. Na Copa das confederações, os times se encontraram apenas uma vez, na última edição em 2009. E o Brasil venceu com dois gols de Luís Fabiano e um contra de Dossena.

E o histórico jogando em casa também é o melhor possível. São duas vitórias em dois jogos diante dos italianos.  Mesmo com o retrospecto favorável e as ausências de Pirlo e De Rossi, a Itália é sempre um adversário perigoso. É só relembrar o que aconteceu em 1982, quando a seleção italiana eliminou o favorito Brasil na Copa do Mundo.

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