Torcedor encontra ônibus lotados, enfrenta filas e preços salgados
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Torcedor encontra ônibus lotados, enfrenta filas e preços salgados

Seleção Universitária

15 de junho de 2013 | 16h38

Maioria dos turistas optou pelo transporte público; no estádio, internet falha e cerveja custa até R$ 12


Torcida enfremta ônibus lotado (João Bosco Lacerda / Seleção Universitária)

Torcida enfrenta ônibus lotado (João Bosco Lacerda / Seleção Universitária)

 

João Bosco Lacerda – Seleção Universitária – especial para o Estado

BRASÍLIA – Apesar da tranquila entrada dos torcedores no Estádio Nacional de Brasília, muitos sofreram com ônibus lotados, filas enormes e preços salgados dentro do local da partida. A dez minutos da cerimônia de abertura, era preciso esperar meia hora em média para comprar comida e bebida.

O torcedor Rogério Verçoza, que acompanhou a partida do setor 1, o mais caro entre as arquibancadas, demorou mais de 30 minutos para conseguir comprar seu lanche. “Quando finalmente chegou a minha vez, a batata ondulada e a tortilla já haviam acabado”, afirmou.

Os altos preços também desagradaram quem precisou esperar. Alimentos, todos de rápido consumo como batata ondulada e cachorro quente, foram vendidos a partir de R$ 7. As bebidas custavam de R$ 6 (água, refrigerante e cerveja sem álcool), R$ 9 (um tipo de cerveja) a R$ 12 (outro tipo de cerveja).

A internet também apresentou problemas. Durante toda a partida, não houve acesso livre para os torcedores, ao contrário do que havia afirmado o secretário extraordinário da Copa, Cláudio Monteiro.

Chegada

Com um plano de acesso aprimorado em relação ao último evento-teste da cidade, o jogo entre Flamengo e Santos pela primeira rodada do campeonato brasileiro, ao menos as filas de entrada para o estádio foram solucionadas.

Antes do início da partida, a revista foi feita de forma rápida, o que fez com que os torcedores estivessem dentro da arena em menos de 20 minutos depois de chegarem aos portões. Na entrada, no entanto, documentos de identificação não foram pedidos para os torcedores.

A maioria dos torcedores deixou o carro em casa e optou pelo transporte público, por conta da distância entre os estacionamentos mais próximos e o estádio. Quem pegou gratuitamente os ônibus circulares do Parque da Cidade fez uma rápida viagem, mas enfrentou conduções lotadas até o destino.

Já quem usou as outras linhas de ônibus ou o metrô teve que andar os cerca de 2 quilômetros que separam a rodoviária do Plano Piloto do estádio.

Muitos turistas se hospedaram nos setores hoteleiros sul e norte, a cerca de 1 km da partida de estreia, e foram a pé. “Fui com um grupo de 17 turistas japoneses até o estádio. Não tivemos que caminhar nem meia hora”, explica Atsumi Kokubo, que veio do Japão assistir ao jogo.

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