Uma lenda costarriquenha entre a torcida na Arena Pernambuco
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Uma lenda costarriquenha entre a torcida na Arena Pernambuco

Cayasso é o autor do primeiro gol do país na história das Copas

Seleção Universitária

20 de junho de 2014 | 14h05

Cayasso é o autor do primeiro gol do país na história das Copas

Juan Arnoldo Cayasso fezo primeiro gol da Costa Rica em uma Copa (Emanuel Leite Jr/Seleção Universitária)

 

Emanuel Leite Jr. – especial para O Estado de S. Paulo

RECIFE – Quem passa por ele não fica indiferente. Param, olham, admiram, puxam um dedo de conversa e pedem uma foto. A emoção é inegável. Fica evidente nos sinceros e incontidos sorrisos nos rostos. E até nas lágrimas que escorrem pelos cantos dos olhos dos mais sensíveis. Mas não é para menos. Não é todo os dia que em um jogo da Copa do Mundo se dá de frente com um dos maiores ídolos da história do futebol de um país.

Juan Arnoldo Cayasso não é um costarriquenho qualquer. Ele é ex-jogador da seleção da Costa Rica. E com história riquíssima pelas cores de seu país. Foi dele o primeiro gol da seleção em uma Copa do Mundo. Frente à Escócia, na Copa do Mundo de 1990.

“Impressionante. Indescritível. Não há palavras para dizer o que sinto ao falar com ele. É fantástico”, tenta descrever, com os olhos lacrimejando, Rodrigo Hernandez. É o resumo dos sentimentos dos torcedores costarriquenhos.

Cayasso veio ao Brasil como embaixador de uma empresa de água. Quatro felizardos foram sorteados e ganharam o prêmio de virem à Copa e assistirem aos jogos ao lado do ídolo. Antes das partidas começarem, entretanto, a lenda costarriquenha dava atenção aos torcedores com muita simpatia.

O ex-jogador confessou que não esperava pela vitória frente ao Uruguai. “Foi excelente! Não foi uma partida fácil, mas no segundo tempo jogamos muito bem e conseguimos um grande resultado”, opinou.

Para o confronto com a Itália, Cayasso não esconde o desejo de que a atual seleção repita um feito que o time olímpico de 1984, do qual fazia parte, alcançou. “Vencemos por 1 a 0, com gol de Enrique Rivers. Claro que não será fácil, mas quem dera repetíssemos aquele feito”, sonhou em voz alta.

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