Deu nas redes – 14/4
As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Deu nas redes – 14/4

O melhor do surfe e dos profissionais nas mídias sociais

Thiago Blum

14 de abril de 2020 | 19h37

Terça-feira de céu de muitas cores.

E de mais um dia de isolamento social para todos (eu espero!)

Cada vez mais, a galera das ondas tem sentido a falta daquele sal tradicional na pele.

E as postagens do dia misturaram alerta + lindas imagens + lembranças daquele surfe do dia a dia.

Pra começar, click do big-rider Felipe ‘Gordo’ Cesarano.

foto: @felipecesarano

Um drope daqueles numa bomba havaiana… com o recado.

“A crise econômica que esse coronavírus tá causando tem me botado muito mais medo que ondas como essa em Jaws. Bicho tá pegando pra geral, tem rico ficando pobre, classe média passando sufoco, e o pior de tudo , muita gente passando fome. Espero que quando tudo isso passar, possamos olhar pra todo mundo de igual pra igual e conviver de uma forma mais humanitária. Assim como pra dropar essa onda, eu sigo com fé em Deus que esse ‘maremoto’ vai passar”.

Registro da longboarder Monique Pontes – foto: @mopontes

O fim de tarde foi… digamos… diferente.

Um alento para quem não pode e não deve sair de casa.

Pela janela, foi possível admirar o presente.

A longboarder Monique Pontes não deixou passar o visual de São Vicente.

E comemorou: “Meu quadro favorito é a minha janela!”

Perto dali, em Maresias, no litoral norte de SP, Aleko Stergiou, fotógrafo craque das ações dentro da água, também caprichou no registro do céu colorido.

E escreveu: “Hoje o fim de tarde foi uma pintura. Dias melhores virão”.

foto: @aleko_stergiou

Pra fechar, um vídeo né?

Filipe Toledo não tem deixado passar um dia sem publicar uma lembrança.

Sempre com a hashtag #covidClips.

Nesta terça, uma onda de 2017 em Salt Creek, na Califórnia.

Uma direita finalizada com um aéreo com a marca registrada de Filipinho, que valeu vários comentários dos amigos profissionais.

Peterson Crisanto disse: “Meu Deus!”

Henrique Pinguim definiu com um… “Cacete”.

Para Wesley Santos, “Se é loko!”

E o francês Jorgann Couzinet definiu o momento: “Pobre onda”.

Mais um dia, minha gente.

Ou menos um, sei lá.

O fato é que não adianta contar.

É preciso ter força e resistir.

E quem puder…. #ficaemcasa.

Um bem pra si, para os seus… para todos.

por @thiago_blum

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.