E enfim… é a vez do 10 mil!!!
As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

E enfim… é a vez do 10 mil!!!

'Challenger Series' de estreia da temporada rola em Sydney

Thiago Blum

08 de março de 2020 | 13h06

Manly Beach, Sydney – Austrália – foto: divugação

Foram 5 eventos com status 5000.

China, Marrocos, Havaí, Fernando de Noronha e Austrália.

Uma etapa 3 mil na Austrália.

Um 1500 na Espanha, a única parada na Europa.

E 6 campeonatos valendo 1000 pontos, dois nos Estados Unidos, outros dois na Austrália, um no Havaí e um no Tahiti.

E enfim… na 14ª parada do calendário da divisão de acesso, os atletas vão atrás do troféu mais valioso.

Jesse Mendes durante a campanha vitoriosa em Manly Beach em 2017

A belíssima Sydney recebe o 1º dos 8 ‘Challenger Series’ de 2020.

8 jóias durante um temporada longa e dura para quem quer ascender à elite da WSL.

Todas valendo 10 mil pontos para os campeões no masculino e no feminino.

O palco da semana é Manly Beach.

Praia histórica e icônica para os surfistas australianos.

Um lugar onde os brasileiros se dão muito bem.

Nos últimos 3 anos – quando a etapa ainda valia ‘só’ 6 mil – teve representantes do time verde e amarelo na final.

Em 2017, Jesse Mendes deu show e venceu ‘local hero’ Julian Wilson.

Deivid Silva, campeão da etapa de Manly Beach em 2018 – foto: WSL

Em 2018 só deu Brasil.

Deivid Silva tirou uma nota 10 na decisão e bateu o compatriota Alejo Muniz.

No ano passado, ficamos com o vice. Jadson André só foi barrado pelo jovem ‘aussie’ Jordan Lawler.

Vale lembrar também que na última temporada os atletas brasileiros venceram 4 das então 6 provas ‘prime’ do WQS.

Deivid Silva em Ballito (África do Sul), Yago Dora em Huntington Beach (Estados Unidos), Miguel Pupo na Galícia (Espanha) e Samuel Pupo em Ericeira (Portugal) foram campeões dos torneios mais importantes.

A lista dos brazucas é extensa por lá.

Jadson André voando para o pódio em Manly Beach no ano passado – foto: WSL

Deivid Silva vai competir pela 1ª vez na temporada.

Alex Ribeiro, Jadson André e Adriano de Souza são os outros que fazem parte do WCT inscritos em Manly Beach.

De olho no retorno à divisão principal, Willian Cardoso, Jesse Mendes, Michael Rodrigues, Ian Gouveia, Wiggolly Dantas e Alejo Muniz também vão fazer ‘check-in’.

Completam a lista: Samuel Pupo, Luel Felipe, Weslley Dantas, Krystian Kymerson, Lucas Silveira, Marcos Correa, Mateus Herdy, Flavio Nakagima, Thiago Camarão, Marco Fernandez, Matheus Navarro, Victor Bernardo, Lucas Vicente, João Chianca e Tomas Hermes.

Uma verdadeira legião… uma invasão.

Vale a torcida.

Bethany Hamilton (HAW) está no round 3 em Sydney – foto: Matt Dunbar / WSL

Para elas, já foi dada a largada

A chave feminina do ‘Sydney Surf Pro’ começou neste domingo, um dia antes da masculina.

E a organização já acelerou.

Foram duas fases completas.

18 baterias disputadas.

Várias estrelas em ação em Manly.

E com direito a algumas surpresas.

Tyler Wright (AUS) – foto: Matt Dunbar / WSL

A sul-africana Sarah Baum e a francesa Pauline Ado – duas das 5 melhores do atual ranking – foram eliminadas de cara.

Assim como Silvana Lima,  única brasileira inscrita.

A cearense somou apenas 9,64 e ficou atrás da havaiana Gabriela Bryan, da ex-campeã mundial Tyler Wright e da francesa Tyler Wright.

As australianas ditaram o ritmo.

Com 15,94 pontos, Sally Fitzgibbons fez o maior somatório.

Sally Fitzgibbons (AUS) – foto: Matt Dunbar / WSL

A ex-campeã mundial Tyler Wright, Nikki Van Dijk e Bronte Macaulay – embalada pelo título em Newcastle no sábado – também avançaram para a fase 3.

Atual campeã mundial, a havaiana Carissa Moore não deu brecha para zebra.

Fez a maior nota do domingo (9,63) e venceu sua disputa.

Líder na classificação geral do ranking, a costa-riquenha Brisa Hennessy é outra que está entre as 24 atletas que seguem no torneio.

No ano passado o caneco – que assim como entre os homens valia 6 mil pontos – ficou com a havaiana Alessa Quizon, eliminada precocemente, ainda no round 2.

por @thiago_blum

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.