Éramos 11… seremos 11… e também teremos Ibelli!!
As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Éramos 11… seremos 11… e também teremos Ibelli!!

Brasil vai liderar o número de atletas na elite pelo 2º ano seguido

Thiago Blum

20 de dezembro de 2018 | 04h36

A temporada acabou.

Com o bi de Medina.

Gabriel Medina: bicampeão mundial 2014/2018

A tríplice coroa havaiana de Jesse Mendes.

Jesse Mendes: campeão da Triple Crown of Surfing 2018

O mundial júnior de Mateus Herdy.

Mateus Herdy: campeão mundial júnior 2018

O domínio nas ondas grandes com as vitórias de Lucas Chianca e recorde de Rodrigo Koxa.

Lucas Chumbo: o ‘dono’ das bombas de Nazaré, em Portugal

As medalhas de ouro de Fellipe Lima e Henrique Saraiva no mundial adaptado.

Fellipe Lima: mais uma vez campeão de surfe adaptado

Não sobrou quase nada.

Em 2018, o mar foi verde e amarelo do começo ao fim.

Um ano que começou e terminou com recordes brasileiros na principal divisão da WSL.

9 vitórias em 11 etapas.

País com a maior quantidade de atletas na elite: 11…

Número que vai se repetir.

Medina, Filipe, Ítalo, Panda, Michael Rodrigues, Mineiro, Yago e Jesse seguem entre os tops.

Jádson André está de volta.

Jádson André mais uma vez garantiu retorno ao WT no Havaí

Peterson Crisanto e Deivid Silva vão estrear.

Peterson Crisanto: um dos estreantes na elite em 2019

O caso é que poderiam ser 12… ou deveriam ser 12!

Caio Ibelli, que fraturou o pé no começo do ano e perdeu quase todas as etapas da temporada, contava com uma das vagas reservadas para os lesionados.

Só que a WSL anunciou que elas irão para o havaiano John John Florence e o americano Kelly Slater.

JJF & KS: campeões mundiais ganharam as vagas de lesionados para 2019

A entidade normalmente não deixa campeões mundiais na mão.

JJF tem dois títulos.

E KS ‘apenas’ onze.

Ambos realmente tiveram lesões sérias, mas o anúncio revoltou o brasileiro… e com razão.

No Instagram, Ibelli disse que Slater ‘usou e abusou’ e que competiu nas etapas que quis.

O fato é que, além de ser o maior nome do esporte em todos os tempos, hoje Kelly é também ‘parceiro’ da WSL.

O cara que conseguiu levar a primeira etapa da elite para uma piscina.

O embaixador ideal.

Decisão justa? Pra mim, não.

Mesmo ainda sendo muito legal vê-lo competir em alto nível, como no Pipe Masters.

Para Caio Ibelli, ficou a primeira vaga de substituto.

Ou seja… faltou alguém, ele compete nas etapas da elite.

Então Caião, é levantar a cabeça, encaixar as quilhas e provar que você merece.

Tenho a certeza que veremos mais você do que o multi-campeão na água em 2019.

Feliz Ano Novo!!!!