Histórias de Teahupoo
As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Histórias de Teahupoo

Janela do Tahiti Pro abre nesta quarta-feira

Thiago Blum

19 de agosto de 2019 | 14h52

Atual campeão, Gabriel Medina vai tentar o tri no Tahiti – foto: WSL

Contagem regressiva.

Vai começar o evento mais explosivo e perigoso do circuito mundial.

Quem vai repetir essa imagem de Gabriel Medina, campeão no Tahiti no ano passado?

Por dentro ou voando, GM é favorito na 7ª etapa – foto: WSL

Nosso bicampeão já mostrou que sabe usar todas as armas nas esquerdas de Teahupoo.

Em 2014 – na etapa reconhecida pela maioria como a de melhores ondas da história em um evento do WCT – ele despencou nos cilindros azuis, atropelou a concorrência – inclusive Kelly Slater na decisão – e começou a escrever a história do seu primeiro título mundial.

Ano passado o mar estava bem menor. Aí, o jogo aéreo fez a diferença diante do australiano Owen Wright.

Mais um troféu… e título mundial de novo no término da temporada.

Além das duas conquistas, Gabriel fez outras duas finais no pico nas últimas 5 temporadas.

Kelly Slater, 5x campeão no Tahiti – foto: WSL

Medina é mais um vez favorito, mas ainda está de igualar os números de Kelly Slater em Teahupoo.

8º colocado no ranking atual, o maior nome do esporte já fez 7 finais por lá.

Venceu 5 – a última em 2016 – sempre com exibições épicas e notas altíssimas.

Em duas ocasiões atingiu a perfeição, com a soma máxima de 20 pontos nas baterias.

Título e brinde: Kelly Slater faz 20 pontos e celebra com cerveja após tubo – foto: WSL

A mais lembrada na decisão de 2005, diante do também americano Damien Hobgood.

Sem dar nenhuma chance ao compatriota, Kelly literalmente tirou onda.

Como se estivesse brincando no quintal de casa, dropou seco, botou pra dentro… e saiu bebendo uma latinha de cerveja.

Andy Irons – foto: WSL

O primeiro campeonato em Teahupoo foi realizado em 1997, com vitória do saudoso havaiano Andy Irons.

A estreia da etapa no WCT aconteceu dois anos depois e o australiano Mark Occhiluppo levou a taça.

Em 2008, Bruno Santos varou as triagens, derrubou os gigantes do tour e se tornou o primeiro brasileiro a levantar o caneco no paraíso.

Além dos havaianos, australianos, americanos e brasileiros, apenas um francês subiu no lugar mais alto do pódio.

Jeremy Flores em 2015, justamente diante de Gabriel Medina.

Gabriel Medina durante o 1º título nas bombas de Teahupoo – foto: WSL

A janela do Tahiti Pro vai de 21 de agosto a 1º de setembro.

E tudo muito vai atrás da liderança do circuito.

Se segura, Kolohe Andino.

Go for it !!!!

por @thiago_blum

Tendências: