O inverno de Billy
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O inverno de Billy

Ele superou Gabriel, Ítalo... Kelly... John John...

Thiago Blum

28 de janeiro de 2020 | 13h04

foto: WSL

A corrida pelo título mundial sempre termina no Havaí.

Mas a temporada das ondas mais famosas e comentadas do mundo não acaba com o encerramento do calendário da WSL.

A bateria final entre os brasileiros, claro, deu o que falar e está na história.

Mas acredite: o cara mais comentado do inverno havaiano 2019/2020 não é nem o campeão Ítalo Ferreira, nem o vice Gabriel Medina.

E nem Kelly Slater, que voltou a ficar com a ‘Tríplice Coroa’ – honraria máxima por lá.

foto: WSL

Talvez você não o conheça.

Mas Billy Kemper está tomando conta das manchetes entre os meses de dezembro e janeiro.

Ele é figura certa – e normalmente favorito – nos principais campeonatos de ondas gigantes.

E… vez ou outra… aparece também nas etapas… digamos… tradicionais.

No fim do ano, como a maioria dos locais, Kemper disputou o Pipe Invitational –  triagem do tradicionalíssimo Pipe Masters.

Venceu. E ficou com uma das vagas para a chave principal.

Na primeira fase do evento caiu na mesma bateria de Ítalo… ganhou a disputa… e pulou direto para o round 3.

foto: @billykemper

Mas acontece que um mega swell chegou… e a WSL já havia alertado que um torneio de Big Waves seria realizado em Jaws.

Billy não poderia perder a chance.

Voou de Oahu para Maui.

Dropou as melhores em Pe’ahi.

E levantou a taça do ‘cbdMD Jaws Big Wave Championships’.

Voltou rápido para Pipeline, mas acabou eliminado por Seth Moniz.

Mas já tava bom para um final de ano, não?

2019 se foi… os caras mais conhecidos voltaram pra casa.

2020 chegou… e nada de John John Florence, Sebastian Zietz ou Ezekiel Lau.

Só dá Billy Kemper.

Na semana passada, as bombas voltaram e o ‘Rei de Jaws’ tomou conta das lentes em seu quintal.

E pegou o que ele mesmo chamou de ‘onda da vida’.

A melhor do atual inverno… com certeza foi. Confere aí.

Só que o cara de 29 anos parece nunca estar satisfeito.

Pintou um tal de ‘Sunset Open’ – um etapazinha valendo 1000 pontos par o WQS, a divisão de acesso da WSL.

Mas era em Sunset Beach, certo?

E os havaianos dominaram, lógico.

E quem levou?

Billy Kemper.

foto: WSL

Na decisão, ele superou o taitiano Kauli Vaast e os compatriotas Koa Smith e Eli Hanneman.

Não tem pra ninguém.

Ah… detalhe… nesta quarta,  começa o ‘Volcom Pipe Pro’ – ali pertinho, em Pipeline.

Outra etapa do WQS… e essa vale 5 mil.

#ficaadica

por @thiago_blum

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