Surfe em família
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Surfe em família

Competição: um hábito que se aprende dentro de casa

Thiago Blum

19 de novembro de 2018 | 23h27

Mateus Herdy: sobrinho de Guilherme é o 12º do ranking WQS

Em muitos esportes acontece. Mas no surfe é tradição.

Basta um fato novo… uma breve pesquisa.

E lá vamos nós para uma longa história de gerações.

Mateus Herdy, por exemplo.

O 2º lugar na primeira etapa da Tríplice Coroa Havaiana pode ter sido uma surpresa para os desavisados. Mas quem conhece um pouquinho da história, não precisou de muito para ligar os pontos.

Guilherme Herdy: 10 anos no WCT

Filho do big rider Alexandre, ele está muito perto de repetir o feito do tio Guilherme.

E ser mais um do clã Herdy na principal divisão do surfe mundial.

Mais uma história de sucesso em família.

Quando comecei a acompanhar o esporte mais incrível das águas salgadas – há quase 40 anos – era impossível escapar das boas histórias que começam em casa e se espalham pelas areias e ondas do nosso imenso litoral.

Como esquecer das multi-conquistas do Picuruta?

Picuruta Salazar: capa da Fluir/1985

Dono de capas da Fluir e Visual Esportivo, sempre bem acompanhado do irmão Almir.

E o que dizer do trio Matos?

Paulinho do Tombo: campeão brasileiro de 1987

Paulinho, campeão brasileiro, Neno e Amaro colocaram o Tombo – no Guarujá – no centro do mapa nacional.

O esporte cresceu.

E as famílias ganharam o mundo. Um irmão na trilha do outro, claro.

Teco e Neco: talento e títulos no circuito mundial

Os Padaratz que o digam. Charles apresentou o caminho.

Competidor voraz, Teco arrombou as portas internacionais.

Talentoso como poucos, Neco também colheu os frutos.

Mas como já disse, o prazer passa de pai para filho.

Um dom que se aprende vendo e vivendo.

No dia a dia das viagens, dos tubos e dos caldos.

A família Gouveia se formou em meio aos troféus do Fabuloso.

Os Gouveia: da Paraíba para o mundo

Ian percebeu rápido que o pai Fabinho era dono de um estilo único. De um história que até filme virou.

Não seria nada simples escrever o segundo capítulo. Quem disse?

Quer mais?

Wagner e Miguel: duas gerações da ‘Ohana’ Pupo

No fim da década de 80, tive o privilégio de estar na água ao lado de Wagner Pupo no litoral norte de São Paulo.

Miguel e Samuel ainda não eram nem projeto do cara que tomava conta do pico quando caía em Guaecá e Maresias.

Hoje, eles carregam com categoria o sobrenome nas etapas da WSL.

Pais. Espelhos… referências… e técnicos.

Ricardinho bicampeão brasileiro. Filipinho campeão mundial?

Ricardo Toledo foi duas vezes o melhor do Brasil no início dos anos 90.

O novo século pode ser do seu primogênito: Filipe.

O garoto das notas 10 pode chegar no topo do mundo no mês que vem.

Haja coração!

E pode vir mais: ainda tem os Dora… os Dantas…

Lembranças dos bons tempos.

Conquistas de hoje e futuro garantido.

Se Gabriel é o maior ícone de hoje, garanto que Sophia Medina será a dona do amanhã.

Quer apostar??

 

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