A difícil arte de dar nota para o nitroglicerínico Luis Fabiano

wagnervilaron

17 de junho de 2012 | 18h27

Quando um bom jogador de futebol apresenta problemas, nossa pciência com suas mancadas fica maior.

Quando esse bom jogador é um atacante goleador, então, até torcemos para que ele mude.

É por isso que figuras como Adriano ainda conseguem clubes.

Os dirigentes e a torcida sempre apostam naquela mínima fração de esperança de que “agora vai”.

Mas, infelizmente, não vai.

No caso de Luis Fabiano, quem o contrata deve saber que adquiriu um pacote.

Dele faz parte um atacante goleador e respeitado pela torcida e adversários.

No entanto, tem de levar também o sujeito instável emocionalmente, que uma hora ou outra receberá cartões que o deixarão fora das partidas.

A vitória deste domingo sobre o Atlético-MG resumiu esse racioncínio.

Luis Fabiano fez o gol da vitória e acabou expulso.

Duro dar nota em um caso como esse.

Aliás, que nota você, leitor, daria ao atacante são-paulino?

Trata-se de uma questão de custo-benefício.

Cada um que calcule o seu.

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