A volta do falastrão bom de briga

A volta do falastrão bom de briga

Wilson Baldini Jr.

19 de maio de 2009 | 10h27

Floyd Mayweather está de volta. E no seu estilo: falando pelos cotovelos. Em entrevista na segunda-feira, em Los Angeles, Mayweather – que retorna aos ringues, dia 18 de julho, em Las Vegas, diante de Juan Manuel Marquez – afirmou que sentiu muito a falta do boxe desde sua última vitória, há 17 meses, frente ao britânico Rick Hatton.

“Quero colocar meu nome em uma patamar acima de onde estou para ficar entre os maiores da história e no Hall da Fama”, afirmou, sem modéstia, aos 32 anos, o boxeador de um cartel de 39 vitórias, invicto, com 25 nocautes. O “Garoto Bonito” já foi campeão dos superpenas, leves, meio-médios-ligeiros, meio-médios e médios-ligeiros.

Caso vença Marquez, Mayweather tem garantido um super-duelo contra o filipino Manny Pacquiao, no fim do ano. O senhor “Money” (Dinheiro), como também é conhecido nos EUA, gerou só nas lutas contra Oscar De La Hoya e Hatton, em 2007, US$ 250 milhões.

De todos que vi lutar, guardadas as devidas proporções, o estilo de Mayweather é o que mais se aproxima de Muhammad Ali.

Floyd Mayweather e Juan Manuel Marquez em promoção da luta em Las Vegas
Mayweather (esq.) e Marquez se encaram em promoção da luta

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