Alívio!

Wilson Baldini Jr.

29 de setembro de 2009 | 09h22

Uma angústia tomou conta de mim quando Mike Tyson pendurou as luvas. Minha preocupação não era apenas com o fato de o boxe perder seu grande nome, mas também com o futuro do ex-pugilista.

Cheguei a delirar e pensar que o fim de Tyson seria parecido com o de Sonny Liston, que foi encontrado morto em casa, em 1970. Mas para minha alegria, o Iron Man tem se mostrado feliz. Em todos os eventos no qual aparece, o ex-campeão mundial dos pesos pesados sempre está sorridente, tranquilo e demonstra ter superado até mesmo a morte da filha caçula.

Que maravilha! Só resta algum canal dos EUA o convidar para ser comentarista. Tyson é um dos maiores conhecedores da história da nobre arte. Assistia a todos os vídeos na casa de Cus D’Amato, quando ainda era muito jovem. D’Amato tinha acesso às lutas antigas, pois era amigo de Bill Cayton e Jim Jacobs, empresários de Tyson, que detinham todos os direitos de imagens dos combates históricos. Posteriormente, vendidos para a ESPN.

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