Servílio de Oliveira, medalhista olímpico e advogado

Wilson Baldini Jr.

03 de dezembro de 2014 | 19h51

A medalha de bronze na Olimpíada do México, em 1968, é apenas uma das grandes conquistas de Servilio de Oliveira. Aos 66 anos, um dos maiores pugilistas brasileiros de todos os tempos – segundo meu pai o segundo, só superado por Eder Jofre – acaba de concluir o curso de Direito na USCS (Universidade São Caetano do Sul). Servílio, mais uma vez, torna-se um exemplo de dedicação, empenho e sacrifício.

Depois da Olimpíada de 1968, Servílio se profissionalizou e manteve o alto nível em suas lutas. Peso mosca, ganhou 19 lutas (9 nocautes), mas sofreu um descolamento de retina, após a luta com Tony Moreno, em 1971, e não pôde seguir a carreira.

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