Ainda jovem, Léo Meindl quer aproveitar Pan para se firmar na seleção de basquete

Sem poder contar com algumas das principais estrelas do basquete brasileiro, Rubén Magnano deu chance a diversos jovens na convocação da seleção para os Jogos Pan-Americanos deste ano, em Toronto. Entre eles, está o ala Léo Meindl, de 22 anos. Um dos destaques do Franca, o jogador sonha em ter um bom desempenho para receber mais chances de defender o País no futuro.

Estadão Conteúdo

23 de junho de 2015 | 14h24

"Todo jogador tem o sonho de defender o seu país e esse Pan é muito importante para mim. Quero estar nas Olimpíadas e jogar perto da torcida brasileira. Vou fazer o possível para jogar bem o Pan e também estar entre os 12 no Rio de Janeiro", declarou em entrevista divulgada pelo site da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) nesta terça-feira.

Nos Jogos Pan-Americanos, a seleção não terá nomes como Nenê, Anderson Varejão, Tiago Splitter, Leandrinho, Marquinhos, Alex e Marcelinho Huertas. Para aproveitar essas ausências e ganhar a confiança de Magnano, Léo Meindl promete empenho nos treinamentos que vem sendo realizados desde a semana passada.

"Desde a apresentação, foram dias fortes de trabalho e estou bastante motivado para essa nova temporada com a seleção. Cheguei bem fisicamente, porque fiz uma boa preparação em Franca antes de vir para cá. E a adaptação à parte técnica é tranquila, pois conheço o método de trabalho da comissão técnica. O técnico Magnano é exigente, mas sempre igual com todos. E isso é um fator a mais de motivação", disse.

No fim do ano passado, o jogador disputou sua primeira competição oficial pela seleção principal e ajudou na campanha que acabou com o bronze no Sul-Americano da Venezuela e garantiu o Brasil no Pan. Mas a trajetória do jogador com a camisa verde e amarela começou no time sub-16, na Copa América da Argentina em 2009.

"Nesses seis anos melhorei muito o meu jogo, mas tenho consciência de que posso crescer ainda mais. Nas últimas duas temporadas, amadureci, ganhei experiência e estou mais forte psicologicamente. Outro ponto positivo é que melhorei o entendimento do jogo, busco sempre a melhor posição na quadra e como me portar durante a partida, com paciência e no momento certo. Além disso, também evolui fisicamente", garantiu.

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