Alex Garcia exalta força mental do Bauru para reagir na final do NBB

Equipe supera Paulistano e força jogo 5 em Araraquara no próximo sábado

Renan Fernandes, Estadão Conteúdo

10 de junho de 2017 | 17h50

Autor de 24 pontos na vitória do Bauru sobre o Paulistano, que igualou a série final do NBB em 2 a 2, o veterano Alex Garcia reforçou a força mental que o elenco de sua equipe teve para se recuperar, depois de estar com desvantagem de 2 a 0 da decisão. Com o resultado de 81 a 61 no Ginásio Wlamir Marques, em São Paulo, os dois times fazem o último jogo do campeonato brasileiro de basquete no próximo sábado, às 14h30, em decisão marcada para o Ginásio Mário Covas, em Botucatu.

"Dois a zero não fecha. Enquanto a gente tivesse chance ia correr atrás. Hoje, nós empatamos e série e agora vamos para o tudo ou nada", disse o ala, nome recorrente na seleção brasileira na última década.

Com uma semana de folga até o próximo jogo, o atleta já projeta o que a sua equipe terá que fazer para evitar um novo vice-campeonato, o terceiro seguido do NBB. "Temos que focar na nossa defesa e, quando estivermos com a bola na mão, achar quem estar livre. Mas o foco é nossa defesa."

Já pelo lado do Paulistano, que desperdiçou duas chances de encerrar a disputa e ficar com o título, o técnico Gustavo de Conti negou que seu time sofreu com a pressão depois de ganhar os dois primeiro jogos. Após o derrota, o comandante preferiu exaltar as qualidades de seu rival.

"A gente foi lá no Ceará (contra o Basquete Cearense na oitavas de final) e pelo clima do ginásio você imagina que não iríamos ganhar, até porque estávamos com 2 a 1 contra. Depois fomos em Franca (nas semifinais) e ganhamos no quinto jogo. A diferença agora é que não estamos encontrando Ceará ou Franca, mas sim o Bauru, sem demérito aos outros times."

Ainda com chance de conquistar o primeiro título de grande expressão para um dos mais tradicionais clubes de basquete do Brasil, De Conti sabe que agora sua equipe não pode mais apresentar os 'apagões' que teve nos dois últimos confrontos. "O time do Bauru é muito perigoso e qualquer dois ou três minutos de mal jogados e eles se distanciam no placar".

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