Americana e Catanduva disputam vaga na final do basquete

Equipes duelam às 20 horas desta terça-feira no interior paulista e quem ganhar pega ourinhos na decisão

Redação,

08 de dezembro de 2008 | 16h45

Unimed/FAM/Goodyear/Americana (SP) e Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP) disputam nesta terça-feira, no ginásio Centro Cívico, em Americana, às 20 horas, a quinta e decisiva partida do playoff semifinal (melhor de cinco) do Campeonato Nacional de Basquete Feminino. A série está empatada em 2 a 2 e o ganhador garante a vaga na final contra o Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP), que derrotou na semifinal o Santo André por 3 jogos a 0.Americana e Catanduva se enfrentaram seis vezes na competição, com três vitórias para cada clube nas partidas que tiveram com o mando de quadra. Na fase de classificação, Americana terminou em segundo lugar com 30 pontos (14 vitórias e duas derrotas). A equipe foi campeã do Nacional em 2003 e vice em 2002 e 2004. Já Catanduva foi a terceira colocada na primeira fase com 28 pontos (12 vitórias e quatro derrotas). O time esteve presente nas últimas três edições do Nacional e foi quarta colocada em 2005 e vice-campeã em 2006 e 2007."Em momento algum acreditamos que essa decisão aconteceria em menos de cinco jogos, mesmo depois de ganhar as duas primeiras partidas em Americana. Agora é tudo ou nada. Jogar em casa é sempre motivador e tem feito a diferença. Se há dispersão da equipe em quadra, a torcida está ali presente e nos "chama" de volta ao jogo, ajudando na concentração. Quem conseguiu descansar bem e se apresentar melhor fisicamente vai sair na frente", comentou a ala Karla Costa, de Americana, que é a nona cestinha da competição com a média de 14.6 pontos e 277 no total em 19 partidas. "Os jogos foram decididos em casa e é claro que vencer em Americana será muito complicado. Mas elas tiveram todas as chances de fechar a série, enquanto o nosso time foi crescendo a cada partida. Precisamos ter pensamento positivo e acreditar que vamos para a final. Ficou mais difícil com a contusão da pivô Fabão, mas superamos tantas adversidades na competição e podemos superar mais essa. É só manter a garra, a vontade de ganhar e o jogo coletivo que fizemos nas duas últimas partidas. Tecnicamente, estamos bem nos contra-ataques, mas temos que melhorar o rebote defensivo", explicou a ala/armadora Palmira Marçal, de Catanduva, segunda cestinha do Nacional com a média de 19.5 pontos e 389 no geral, em 20 jogos.

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