Hélvio Romero/Estadão
Hélvio Romero/Estadão

Anderson Varejão confia em chances do Brasil na Copa América

Mesmo com sete desfalques, equipe de Rubén Magnano tem a confiança do pivô capixaba, que lança um torneio de basquete 3 x 3

Alessandro Lucchetti, O Estado de S. Paulo

15 de agosto de 2013 | 12h59

SÃO PAULO - Anderson Varejão continua apostando na classificação da seleção brasileira de basquete para a Copa do Mundo de 2014, a despeito da elevada quantidade de desfalques - Marquinhos elevou o número para sete na terça-feira, ao pedir dispensa. A Copa América, que classifica quatro equipes para o Mundial, começa no dia 30, em Caracas.

"Teremos uma segunda seleção na Copa América, mas é uma segunda seleção forte. Claro que não vai ser fácil. Mas muita gente não acreditava que o Brasil conseguiria a vaga para a Olimpíada, e conseguiu".

Quanto à participação do capixaba na NBA, Anderson diz que terá condições de participar da próxima temporada desde o início. O pivô dos Cavs teve uma ruptura vertical no quadríceps, e sofreu uma embolia pulmonar no hospital em que se submeteu a uma cirurgia. "Estive em Cleveland há 15 dias. Ainda não estou como gostaria, mas é preciso ter paciência".

Anderson aposta no novo elenco dos Cavaliers, que teve direito à primeira escolha do draft - o ala canadense Anthony Bennett - e conta com o potencial do ala Earl Clark. "Clark tem tudo para ser uma estrela. É impressionante como jogador e como pessoa".

Varejão só se sentiu ligeiramente incomodado com uma pergunta a respeito da possibilidade de ir para o banco após a contratação de Andrew Bynum. "Você perguntou para o Mike Brown se eu vou para o banco?. Bom, estava brincando. Sempre joguei improvisado na posição 5 (pivô). Posso ir para o banco ou voltar à posição 4. Mas isso não me preocupa. Para mim, titular é quem termina o jogo, não quem começa".

O jogador da NBA participou ontem, em São Paulo, do lançamento da Liga Fast 3 x 3 Streetball, uma competição de basquete 3 x 3 que vai reunir 1.300 estudantes a partir do final de setembro. "Joguei muito 3 x 3 e 2 x 2. Sempre fui muito fominha. Meu negócio era jogar basquete. Esse tipo de disputa sempre ajudou a salvar rachões, quando não havia número necessário para se jogar o basquete normal, de cinco contra cinco".

      

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