Brasil encara a Argentina de novo, agora fora de casa

Campeã no Maracanãzinho, domingo, com vitória sobre a arquirrival, equipe de Magnano agora desafia os hermanos em Tecnópolis

O Estado de S. Paulo

08 de agosto de 2014 | 05h00

A seleção brasileira masculina de basquete enfrenta nesta sexta-feira, a partir das 21h30, a Argentina, pela primeira rodada do Torneio das 3 Nações, em Tecnópolis, localizado na cidade de Vicente López, região metropolitana de Buenos Aires. No domingo, o Brasil encerra sua participação no torneio jogando contra o México, campeão da Copa América no ano passado.

No domingo passado, no Maracanãzinho, no Rio, o Brasil venceu a Argentina, na conclusão de outro triangular, que incluiu Angola, por 68 a 59, numa partida em que a seleção brasileira falhou muito nos arremessos de média e longa distância.A Argentina jogou desfalcada de Ginóbili e Delfino, que, lesionados, não vão ao Mundial, e de Scola, que não quis viajar ao Brasil.

A equipe teve sérias dificuldades no garrafão, onde foi sobrepujada por Nenê, Splitter e Varejão, mas mesmo assim impôs dificuldades a uma seleção brasileira completa.

No final da partida, faltas técnicas questionáveis deram um empurrão aos anfitriões.

Agora, mais forte, a Argentina está sedenta para dar o troco. "Do Brasil eu quero ganhar sempre. Não vou nem de férias ao Brasil", disse Andrés Nocioni a uma rádio argentina.

O técnico Rubén Magnano está satisfeito com o nível dos amistosos. "São adversários fortes e de muita qualidade. Acredito que também poderemos testar mais nossos jogadores porque teremos que definir os 12 que irão para os Estados Unidos (para um jogo preparatório, contra a seleção norte-americana, em Chicago) e consequentemente para a Copa do Mundo", disse o técnico. O Mundial começa no próximo dia 30, na Espanha.

Magnano tem um grupo com 14 jogadores e precisa cortar dois e vai continuar apostando na força do seu garrafão. Ele destaca a importância de poder contar com Nenê novamente. "É uma referência importante, não só pelo que joga, mas pelo que ajuda os outros a jogar. Ele consome pelo menos dois jogadores em sua marcação, e acaba deixando alguém livre".

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