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Carlos Nunes se despede da CBB, rebate críticas e diz: 'Demos um salto'

Dirigente estava no poder desde 2009

Estadao Conteudo

10 de março de 2017 | 17h22

Carlos Nunes se despediu da Confederação Brasileira de Basquete (CBB). Na presidência desde 2009, ele será sucedido por Guy Peixoto, que nesta sexta-feira venceu a eleição contra Amarildo Rosa, por 17 votos a 9. E, apesar das inúmeras críticas recebidas por sua gestão, Nunes avaliou que deixará um legado positivo.

"Quando assumi a presidência dessa entidade, em 5 de maio de 2009, tinha um programa de trabalho e inúmeros objetivos. Entre acertos e erros, a maioria das metas foi cumprida nesses quase oito anos de mandato", analisou Nunes em mensagem publicada no site da CBB.

"É importante ressaltar que com a entrada da nova diretoria, em maio de 2009, a CBB passou a ser uma empresa, a ter uma estrutura profissional e ser formada por pessoas qualificadas em cada departamento. E essa profissionalização deu um salto de qualidade no trabalho que desenvolvemos", acrescentou.

Apesar da autoavaliação positiva, o basquete brasileiro enfrenta uma grave crise. A CBB, por exemplo, acumula dívida de pelo menos R$ 17 milhões. Também está suspensa pela Federação Internacional de Basquete, após não cumprir uma série de acordos, o que impede o recebimento do repasse dos recursos do COB e do Ministério do Esporte. Tudo isto resultou em salários atrasados e no descumprimento do pagamento do vale-refeição e no recolhimento do FGTS dos funcionários.

"Recebi muitas críticas, algumas pessoais e desnecessárias. Mas quando se ocupa um cargo público é preciso aprender a respeitar as opiniões e, ao mesmo tempo, refletir sobre esses comentários. Não é o momento de enumerar o que foi feito ou deixou de se fazer", defendeu-se Nunes.

O dirigente também agradeceu funcionários, assessores, colaboradores e familiares. E reiterou: sua gestão deixa mais momentos felizes do que tristes. "Só quem fez e faz parte da nossa equipe de trabalho sabe das dificuldades que tivemos que superar no dia a dia para conseguir alcançar os objetivos, seja na realização de competições, na convocação de atletas, no treinamento das seleções e muito mais. Posso garantir que foram muito mais momentos de alegria do que de tristeza. E de muito aprendizado."

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