CBB não homenageia Oscar

Quando Oscar Schmidt fez 40 mil pontos na carreira, jogando pelo Barueri, em São Paulo, a festa foi organizada pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB), em conjunto com a Federação Paulista e o clube. Desta vez, na festa do recorde mundial de pontos, a CBB ficou fora da organização da festa, feita pelo Flamengo, com apoio da Federação de Basquete do Rio e do Fluminense, o rival, para interromper o jogo e fazer as homenagens.A presença da CBB foi discreta. O secretário-geral da entidade, Édio Alves, entregou a Oscar um pin de ouro. "Por sinal, muito bonito", disse o cestinha, que chegou a procurar o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis, na hora em que as autoridades fizeram as homenagens. Afirmou que seu clube convidou Grego. Segundo a entidade, o presidente tinha agendado, anteriormente, viagem para Joinville (SC), para a final do Brasileiro Juvenil Feminino.Quanto à atitude do atacante Marcelinho, do Fluminense, que agrediu Pedro, do Flamengo, e provocou o tumulto que causou a expulsão de todos os atletas do banco de reservas, Oscar disse que já conversou com o jogador. "O erro pode até ocorrer, mas não se repetir. Disse que ele não é mais uma promessa do basquete, mas um dos melhores do País. Já viu um jogo terminar sem reservas no banco? Pena. Não gostei de ganhar daquele jeito."

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