Divulgação / CBB
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CBB tem projeto de apoio ao basquete feminino no Brasil aprovado pela Fiba

Iniciativa buscará desenvolver a modalidade feminina até 2023 em conjunto com 43 federações nacionais

Redação, Estadão Conteúdo

06 de maio de 2021 | 11h14

A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) vai emendar mais uma parceria com a Federação Internacional de Basquete (Fiba, na sigla em inglês). A entidade brasileira teve aprovado o projeto "Her World, Her Rules Brasil" ("Seu Mundo, Suas Regras", em português), uma iniciativa internacional da Fiba com o compromisso de desenvolver ainda mais a modalidade entre as mulheres até 2023. Ao todo, 54 federações nacionais inscreveram seus projetos para o HWHR, e a CBB foi uma das 43 selecionadas para receber suporte para desenvolver a ação em solo brasileiro, em parceria com as federações estaduais.

"Estamos juntos com a Fiba para trazer as meninas para o basquete. Este é um dos objetivos desta gestão da CBB, ampliar este olhar para o mundo das meninas", disse a ex-jogadora Magic Paula, atual vice-presidente da CBB e diretora do Basquete Feminino.

O principal objetivo é aumentar de forma sustentável a participação das meninas no basquete, recrutando mais jogadoras em idade escolar através de várias atividades. A campanha visa também aumentar a popularidade do basquete feminino local e nacionalmente, atrair a atenção da mídia e reconhecer e promover modelos femininos.

O "Her World, Her Rules" no Brasil terá como madrinha a pivô da seleção brasileira, Érika de Souza, com Adriana Santos como coordenadora e Dante De Rose, mestre em Educação Física e doutor em Psicologia Social, ambas pela Universidade de São Paulo. Ele irá contribuir na parte pedagógica e com as federações estaduais.

Para a ação, a CBB escolheu dois projetos que já estão em atividade nos estados de Pernambuco e Mato Grosso do Sul. No Nordeste, a ação acontecerá com a Associação Adrianinha de Basketball. E no Centro-Oeste será o projeto Basketball Para Todos. Ao todo, o HWHR no Brasil envolverá ainda dez iniciativas entre escolas, clubes e entidades com 12 professores e cerca de 150 meninas. Por conta da pandemia da covid-19, a Fiba não estipulou uma data limite para o início das atividades. Sendo assim, o Brasil não será prejudicado caso a situação sanitária no país inviabilize o início imediato.

"A Fiba trouxe esse projeto para a América. Enviamos nossos projetos, e fomos selecionados. É uma felicidade. Vamos dar início a esse objetivo da Fiba, que é trabalhar com crianças, em idade escolar, que ainda não estejam vinculadas a clubes e federações. Escolhemos Pernambuco e Mato Grosso do Sul para iniciar com eles. Esse projeto tem duração de três anos, então a Fiba tem um aporte para isso, e ele precisa ser usado em materiais para o projeto. Esperamos nos próximos anos poder ampliar esse número de entidades e ficamos felizes em termos as Federações de Pernambuco e Mato Grosso do Sul em parceria conosco", explicou Adriana Santos.

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