RicardoBufolin/ECP
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Cesar Guidetti é o novo técnico da seleção masculina de basquete

Treinador tem como primeiro desafio a disputa da Copa América em agosto

Marcius Azevedo, O Estado de S.Paulo

26 de julho de 2017 | 21h21

Cesar Guidetti é o novo técnico da seleção masculina. A direção da Confederação Brasileira de Basquete acertou os detalhes do acordo nos últimos dias e vai oficializar nas próximas horas o treinador de 47 anos como o substituto de Rubén Magnano, dispensado depois da campanha ruim nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.

O trabalho consistente no Pinheiros desde que assumiu o time principal, há duas temporadas, foi determinante na escolha da CBB. Pesou ainda o fato de Cesar Guidetti ser um incansável estudioso do basquete, sempre buscando se atualizar. Ele retornou recentemente de um período de estudos na Espanha.

O caráter irretocável foi outro aspecto importante, além de se encaixar na política de austeridade da gestão do presidente Guy Peixoto.

O primeiro desafio do treinador será na Copa América. A competição começa no dia 25 e será disputada em três países. A seleção brasileira está no Grupo A, que acontece em Medellín, com Colômbia, México e Porto Rico. As outras chaves são em Montevidéu (Uruguai) e Bahía Blanca (Argentina). A fase final será em Córdoba, na Argentina, nos dias 2 e 3 de setembro.

Cesar Guidetti terá sua primeira experiência como técnico da seleção principal, mas acumula muita experiência como auxiliar. Nesta função, por exemplo, estava na comissão técnica da seleção feminina no Mundial de 2006, realizado no Brasil, no Pan-Americano do Rio em 2007, e ainda nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.

Outros nomes foram cogitados até que o caminho apontou para o acerto com Cesar Guidetti. Helinho, de Franca, era o principal concorrente do técnico do Pinheiros para assumir o comando da seleção brasileira masculina. 

José Neto, do Flamengo, Gustavo De Conti, do Paulistano, e Demétrius Ferracciú, do Bauru, foram cogitados em algumas conversas, mas foram descartados pela ligação com Rubén Magnano, já que fizeram parte da comissão técnica anterior, e por serem considerado fora da realidade financeira atual da CBB.  

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