Gilvan de Souza/Flamengo
Gilvan de Souza/Flamengo

Em seu caldeirão, Mogi vai para cima do Flamengo na semifinal do NBB

Grande surpresa do NBB, o time paulista joga para virar a série, empatada em 1 a 1

O Estado de S. Paulo

17 de maio de 2014 | 08h58

SÃO PAULO - Sensação do NBB, o Mogi/Helbor recebe o Flamengo neste sábado, às 20h30, em seu lugar favorito: o Ginásio Hugo Ramos. O caldeirão mogiano virou o terror dos adversários da equipe comandada pelo técnico espanhol Paco García.

 

Foi em seus domínios que o Mogi garantiu a sobrevivência nas oitavas de final, contra o Pinheiros (venceu por 3 a 1), e nas quartas, diante de Limeira (3 a 2), com 100% de aproveitamento. Nos playoffs, o time sempre começou perdendo e depois virou a série.

 

Contra o Flamengo, não foi diferente. No primeiro jogo da semifinal, segunda, derrota por 88 a 82. Dois dias depois, ainda no Rio, veio o empate: 69 a 65. "Não importa como se começa, mas como se termina", diz García.

 

Com um dos melhores públicos do torneio (média superior a dois mil torcedores por jogo), a excelente campanha de Mogi tem lotado o ginásio, com capacidade para 4,5 mil pessoas. Para o jogo contra o Flamengo, os três mil ingressos colocados à venda sumiram da bilheteria em poucas horas.

 

O Mogi, que foi reativado em 2011 e disputa o NBB apenas pela segunda vez, nunca teve a vantagem do mando de quadra por ter sido o 12.º da fase de classificação. Mas, ao superar o Pinheiros, fez história – foi o primeiro time com tal colocação a chegar às quartas, fase para a qual os quatro primeiros do campeonato avançam direto.

 

Passar à semifinal foi uma surpresa até para a direção da equipe. "Estamos muito felizes, porque Mogi é uma cidade que ama o basquete. O resultado não é uma casualidade, é fruto do trabalho, mas esperávamos alcançar esse patamar só daqui a dois anos", admite o diretor Ewerthon Komatsubara.

 

García diz que a chave do Mogi é manter a humildade e o estilo de jogo, caracterizado pela forte marcação e um alto índice de recuperação de rebotes. "O Flamengo é o melhor time da América. Mas a mensagem é clara: eles têm de jogar melhor do que nós para vencer."

Tudo o que sabemos sobre:
basqueteNBBFlamengo

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.