Grego admite permanência de Moncho na seleção

Presidente da CBB acredita que seqüência de trabalho com o espanhol levantará o basquete brasileiro

AE, Agencia Estado

19 de julho de 2008 | 13h22

Após a eliminação do Brasil no Pré-Olímpico de Atenas na última sexta-feira, o presidente da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Gerasime "Grego" Bozikis, pediu mais união aos jogadores e o fim dos pedidos de dispensas na seleção. Embora tenha dito estar orgulhoso do papel do time no torneio, o dirigente admitiu que o Brasil enfrentou desfalcado equipes mais completas e de alto nível."É importante que todo mundo atenda às convocações e venha para a seleção", afirmou Grego. "Eu não tenho dúvida de que todos sabem da importância de defender o Brasil. Não há nenhum jogador que tenha saído de clube para ganhar dinheiro na Europa ou nos EUA. Todos só ganharam projeção por causa da seleção", destacou o dirigente, lembrando que seis atletas do País - Nenê, Anderson Varejão, Leandrinho, Valtinho, Paulão e Guilherme Giovannoni - pediram dispensa antes do Pré-Olímpico.Grego também disse que são boas as chances de Moncho Monsalve continuar no comando da seleção. O espanhol declarou ter vontade de liderar o Brasil nos próximos dois anos. "Ninguém precisa se preocupar se ele fica ou sai, vamos fazer o melhor para o basquete brasileiro", pontuou o presidente da CBB. "Todo mundo gostou do trabalho dele, principalmente os jogadores. As outras seleções têm técnicos com três, quatro anos de trabalho. É importante dar seqüência."

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