Hortência quer criar liga feminina de desenvolvimento

Hortência Marcari ganhou poder dentro da Confederação Brasileira de Basquete. O presidente da CBB, Carlos Nunes, chegou a admitir que o trabalho da diretora das seleções femininas de basquete feminino havia ficado "aquém do esperado", em entrevista concedida no ano passado. Mas, perto da reeleição, o dirigente deve manter a ex-jogadora no cargo.

ALESSANDRO LUCCHETTI, Agência Estado

22 de fevereiro de 2013 | 16h53

Nunes, com amplas perspectivas de se reeleger no dia 7 de março, vai manter a "Rainha" em seu cargo. "Eu quero continuar. Só saio se ele decidir me demitir", disse Hortência, nesta sexta-feira, em evento de patrocinador.

A diretora confirma que Luiz Cláudio Tarallo permanece como treinador da seleção adulta e revela planos de criar uma liga de desenvolvimento do basquete feminino, semelhante à Liga de Desenvolvimento do Basquete (LDB) do Novo Basquete Brasil (NBB).

"Hoje é difícil para a jogadora de 19 ou 20 anos ganhar experiência. Essa atleta fica no banco das equipes adultas e demora para amadurecer", diz a ex-jogadora. "A liga viria para corrigir esse problema. Pretendo criar uma liga com seis divisões, com regras específicas para São Paulo. As equipes das outras regiões poderão incorporar atletas de equipes já eliminadas, mas isso não será permitido aos times paulistas, que têm outra realidade".

Hortência pretende finalizar o projeto e encaminhá-lo ao Ministério do Esporte para garimpar recursos incentivados. "Me aguardem. Vêm boas novidades por aí", promete.

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