Imbróglio jurídico mantém o Nacional de basquete paralisado

Ribeirão Preto, Franca e Brasília concordam em jogar um triangular como saída para o imbróglio jurídico que paralisou o Campeonato Nacional Masculino de Basquete no playoff decisivo. Mas o problema parece longe de ser resolvido, na medida em que não há acordo sobre as sedes. O COC/Ribeirão só joga se for em casa. Alega que abrirá mão dos pontos que havia ganho ao vencer Franca no primeiro jogo da série final melhor-de-cinco. Franca discorda. Argumenta que ganhou a fase classificatória, o hexagonal e é a única equipe com vaga garantida na final, independente da decisão da Justiça que pode prejudicar Ribeirão ou Brasília. O Mariner/Unimed/Franca aceita jogar um triangular de ida e volta, em Franca e Ribeirão. Mas o COC, não. O Universo/Brasília, que parou o Nacional por força de liminar na Justiça, propôs o triangular em troca de retirar a ação. Joga em qualquer cidade, mas não retira a ação sem o triangular, que o coloca na final do campeonato. Por liminar, o Universo/Brasília pediu os pontos da derrota para a Telemar/Rio alegando que o armador Arnaldinho jogou irregularmente. Nesta segunda-feira, o advogado do Ribeirão estava no Rio tentando cassar a liminar de Brasília que causou a paralisação do campeonato.

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