Craig Mitchelldyer/AP
Craig Mitchelldyer/AP

Jogador evita arremesso de três para faturar bolada de R$ 1,5 milhão

Moe Harkless, do Portland Trail Blazers, ativa cláusula de contrato por ter aproveitamento de 35% das bolas de três pontos

O Estado de S.Paulo

13 de abril de 2017 | 14h43

A última rodada da temporada regular da NBA proporcionou uma situação inusitada para o ala Moe Harkless, do Portland Trail Blazers. Para garantir um bônus de 500 mil dólares (R$ 1,563 milhão) em seu contrato, o jogador não poderia errar nenhuma bola de três pontos. A solução encontrada pelo atleta foi não arriscar nenhum chute dessa distância.

Com quatro anos de experiência na liga, o atleta formado na universidade de St. John's, está no primeiro dos quatro anos do contrato com a franquia de Oregon, que tem um valor total de 42 milhões de dólares (R$ 131 milhões). Segundo informações do jornal Washington Post, o americano de descendência porto-riquenha ativaria a cláusula de seu acordo com a franquia se tivesse um aproveitamento igual ou maior que 35% dos três pontos. 

E Moe Harkless parecia ciente da situação, tanto que não tentou mais nenhum arremesso deste tipo nos últimos quatro jogos, e terminou a fase classificatória da maior liga de basquete do mundo com porcentual de 35,1% das 194 tentativas. Uma tentativa errada significaria uma baixa deste número para 34,8%.

Contra o New Orleans Pelicans, Moe Harkless fez 11 pontos, pegou dois rebotes e distribuiu duas assistências. Classificado na oitava posição da Conferência Oeste, o Portland Trail Blazers começa a disputa dos playoffs contra o Golden State Warriors no domingo.

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