Jogadores da seleção passam mal, mas enfrentam a Grécia

Equipe médica da seleção suspeita de intoxicação alimentar; técnico Moncho reclama da falta de nutricionista

Amanda Romanelli, O Estado de S. Paulo

16 de julho de 2008 | 10h29

O pivô Rafael Baby Araújo e o ala-armador Alex Garcia chegaram a ser dúvidas para o jogo do Brasil contra a Grécia, às 16 horas (pelo horário de Brasília) desta quarta-feira, no confronto decisivo do Grupo A pelo Pré-olímpico masculino de basquete. Antes e após a vitória do Brasil contra o Líbano, por 94 a 54, na estréia do País no torneio, terça-feira, os jogadores não se sentiram bem.Baby foi levado a um hospital da capital grega. Lá, foi constatada a suspeita de intoxicação por salmonela, de acordo com o médico da seleção, Carlos Andreoli. Alguns sintomas do problema são vômito, diarréia e febre, com recuperação em até dois dias, com repouso e reposição de líquidos, nos casos menos graves. "A expectativa é que ele jogue contra a Grécia", disse o médico.Outros dois jogadores da equipe, o pivô Tiago Splitter e o ala-armador Alex Garcia, também passaram por problemas estomacais antes da estréia do Brasil. Tiago chegou a ficar fora dos dois treinos da seleção no sábado e Alex sentiu-se mal nessa terça, com diarréia. "Eu quase pedi para não entrar no jogo, com medo de acontecer alguma coisa."O técnico Moncho Monsalve reclamou da falta de planejamento nas refeições da seleção, que não conta com um nutricionista. Todos os jogadores almoçam e jantam, há mais de uma semana, no buffet do hotel onde estão hospedadas todas as delegações "Este não é um problema que temos só na Grécia. Preciso falar com o presidente [Gerasime Bozikis] para ver o que podemos fazer", disse o espanhol à ESPN Brasil.       (atualizado às 16h36 para acréscimo de informações)  

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