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Líder de boicote à seleção feminina volta a criticar CBB e cobra reunião

Gestor do Corinthians/Americana e líder do boicote dos clubes da Liga de Basquete Feminino (LBF) à seleção, Ricardo Molina voltou a criticar a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) nesta sexta-feira. De acordo com ele, a presidência da entidade ainda não deu nenhum retorno sobre as cobranças do grupo.

Estadão Conteúdo

27 de novembro de 2015 | 17h41

Na quarta-feira, em entrevista à Agência Estado, o presidente da CBB, Carlos Nunes, disse que agendou um encontro para apresentar o planejamento da entidade para os Jogos Olímpicos de 2016 e ouvir o manifesto de dirigentes, treinadores e outros profissionais da modalidade.

Segundo nota da CBB, foram convidados para o evento no dia 3 de dezembro, no Rio, dirigentes, técnicos, atletas e presidentes de federações que estão disputando a LBF e representantes de várias entidades ligadas ao basquete e ao esporte.

Molina rebate a informação: "O evento que a CBB fará no Rio de Janeiro no dia 03 de dezembro não tem nada a ver com nossa proposta. Era um evento já programado de cunho político. Não tivemos sequer retorno da presidência sobre nossa proposta. Deixamos aqui mais uma alternativa à CBB, que abra espaço neste evento para que possamos dar nossa parcela de contribuição", postou Molina em sua página no Facebook, relatando que falava em nome do "colegiado" de clubes.

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