Lucas Bebê espera que recentes dispensas não prejudiquem convocação para o Rio

Apesar da lesão de Tiago Splitter, o garrafão não é algo que preocupe o técnico Rubén Magnano para a Olimpíada. O treinador argentino da seleção brasileira tem bons nomes à disposição, além de jovens talentos como Lucas Bebê. Aos 23 anos, ele está em sua segunda temporada na NBA pelo Toronto Raptors e, apesar do pouco tempo em quadra (6,6 minutos em média), vem ganhando experiência no melhor basquete do mundo.

Estadão Conteúdo

07 de abril de 2016 | 18h17

"Eu espero conseguir um lugar na convocação final, mas eu sei que eu tenho que trabalhar duas vezes mais duro", avaliou o pivô, em entrevista publicada pelo site da NBA nesta quinta-feira.

Nas últimas duas temporadas, Bebê pediu dispensa da seleção brasileira para treinar com o Toronto e garantir um lugar no elenco canadense. Agora ele admite que isso pode atrapalhá-la na briga por uma vaga entre os 12 que vão à Olimpíada.

"Nas últimas duas temporadas eu deixei a seleção por razões contratuais. E como resultado disso minha relação com os torcedores e com a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) ficou um pouco azeda. Mas eu espero que isso não afete minhas chances de fazer parte do time", disse.

Nenê e Anderson Varejão parecem ser nomes certos na convocação do técnico Rubén Magnano, restando três vagas de pivô. Além de Lucas Bebê, concorrem Augusto Lima, Rafael Hettsheimer, Caio Torres, Fab Melo, Guilherme Giovannoni e Cristiano Felício. Esse último jogou pelo menos 14 minutos em cada um dos últimos quatro jogos do Chicago Bulls.

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