Divulgação/CBB
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Marcus Toledo quer ajudar o basquete no Pan com 'experiência'

Em Toronto, jogador do Pinheiros usará sua vivência no esporte

Estadão Conteúdo

24 de junho de 2015 | 12h21

Sem alguns dos principais nomes do basquete, a seleção brasileira masculina que vai aos Jogos Pan-Americanos de Toronto tem algumas caras novas. Entre elas, a do ala-pivô Marcus Toledo. O jogador do Pinheiros tem pouca experiência com as cores do País, mas está longe de ser um garoto e, aos 28 anos, espera ajudar a jovem equipe que vai ao Canadá com sua vivência no esporte.

"É uma responsabilidade gigante, mas voltei para o Brasil com esse objetivo. Estou feliz com esse acontecimento, pois trabalhei para que isso. Toda vez que vestimos essa camisa a sensação é fora do normal. Agora, com mais experiência, posso me fortalecer ainda mais e passar tudo que aprendi para os mais jovens. Isso é sensacional", disse ao site da Confederação Brasileira de Basquete (CBB).

Marcus se destacou ainda jovem e chegou a ter oportunidades na seleção brasileira quando garoto. Disputou os Sul-Americanos de 2006 e 2012 e o Pré-Olímpico Mundial de 2008, mas teve nos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio, seu principal momento com a camisa verde e amarela. A conquista do ouro naquele torneio ainda está na memória do jogador.

"Tive a felicidade de disputar alguns campeonatos, como os Sul-Americanos 2006 e 2012, o Pan em 2007 e o Pré-Olímpico em 2008. Porém, o momento mais marcante foi a conquista do ouro no Pan, que foi disputado no Rio de Janeiro. O ginásio lotado, uma energia indescritível. Isso não tem preço, sem contar que em casa a sensação é a mais incrível possível", lembrou.

Revelado pelo Monte Líbano, em São Paulo, o jogador chegou jovem à Espanha, onde atuou em boa parte da carreira. De volta ao Brasil, explicou o que aprendeu no basquete europeu. "Eu trouxe experiências que não são somente de quadra, mas sim de vida. Sair do seu país e conhecer uma outra forma de trabalhar e viver, é realmente um momento precioso para um atleta. Isso preenche muito em questões de experiências e aprendizados. Foram dez anos marcantes na minha vida como atleta."

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