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Na Europa, basquete fica livre de pressão

O técnico da seleção brasileira feminina de basquete, Antônio Carlos Barbosa, frisou que embarca com a equipe, na sexta-feira, para a Europa, onde realizará oito amistosos, sem o incômodo pela pressão por resultados, mas com o objetivo de corrigir falhas. De acordo com o treinador, os confrontos contra a Rússia e a Espanha serão uma excelente oportunidade para dar mais "vivência" e deixar pronto o time para o Pré-Olímpico do México, entre os dias 17 e 21 de setembro. "Não podemos nos preocupar com os resultados e a performance", disse Barbosa, lembrando que a derrota da seleção para a França, por 75 a 45, durante o Torneio de Spalla, durante a preparação aos Jogos Olímpicos de Sydney, não influenciou na conquista da medalha de bronze. "O que desejo é fazer experiências. Dar uma oportunidade às jogadoras de perceberem suas falhas." Para Barbosa, somente trazer seleções estrangeiras para a realização de amistosos no Brasil não é o suficiente para preparar o time, porque o impede de conviver com problemas decorrentes de uma excursão. E destacou justamente as "variáveis contrárias" como um fator benéfico para aumentar a "experiência" da equipe: árbitros, alimentação e cultura. "Já estamos viajando sabendo que teremos problemas com juízes", exemplificou. Sobre a Rússia e a Espanha, Barbosa destacou a qualidade técnica das equipes. Lembrou que na disputa pela única vaga para Atenas, durante o Pré-Olímpico, a seleção não encontrará adversários dessa escola e, por isso, o aprimoramento técnico do time poderá ser um diferencial. Principalmente, porque adversários como Cuba e Canadá "jogam um basquete tendo por base a força".

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