'Não vejo dificuldade para o Brasil na 1ª fase', diz Barbosa sobre Sul-Americano

A seleção brasileira feminina de basquete inicia nesta sexta-feira sua campanha no Campeonato Sul-Americano, que será disputado na Venezuela e é um dos últimos estágios da preparação para a Olimpíada do Rio. Para o técnico Antonio Carlos Barbosa, no entanto, somente a partir das semifinais o Brasil terá de fato um verdadeiro teste.

Estadão Conteúdo

19 de maio de 2016 | 18h55

"Não vejo grandes dificuldades para o Brasil na primeira fase. Efetivamente o campeonato começa na semifinal, já que duas forças caíram no outro grupo, Argentina e Venezuela", admitiu o treinador em entrevista para o site da Confederação Brasileira de Basquete (CBB).

O primeiro adversário brasileiro na competição será o Uruguai, às 18h45 (de Brasília) desta sexta-feira. No Grupo A, a seleção ainda terá pela frente o Chile, no sábado, a Colômbia, domingo, e o Paraguai, na terça-feira. Nenhum destes rivais, no entanto, assusta Barbosa.

"O Uruguai voltou a disputar competições internacionais nas categorias de base, mas não possui uma competição forte em seu país. É a equipe mais jovem e inexperiente da competição. O Chile teve bons momentos, é uma equipe jovem, vive em constante renovação e investe em técnicos estrangeiros. A Colômbia não participou das últimas competições, mas é um país que tem ótimas jogadoras e um biótipo privilegiado. O Paraguai está sem sua grande estrela, conta com um time de meninas jovens com a característica de arremessos de três e muita precisão", avaliou.

A ala Palmira endossou o técnico, mas alertou para a evolução das adversárias. "A expectativa é a melhor possível e estrear no dia do aniversário é muito legal. Quero muito a vitória porque vai ser o meu presente. Estamos preparadas para começar o Sul-Americano contra um adversário que não tem muita tradição, mas temos que ter consciência que todas as seleções evoluíram."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.