NBA estuda nova política salarial para evitar a crise econômica

Comissário da liga, David Stern, confessa que os jogadores precisam rever o quanto ganham para evitar quebra

15 de julho de 2009 | 13h50

O comissário da NBA, David Stern, confessou, após uma reunião com a diretoria da liga, que foi criado um comitê para negociar com o sindicato de atletas da NBA uma nova política salarial.

De acordo com Stern, menos da metade dos times tiveram uma temporada passada lucrativa, aumentando a possibilidade de que alguma franquia deixe a NBA. "Acreditamos que nossos atletas, como um grupo, estão muito interessados com o futuro da liga e, consequentemente, o deles", disse o comissário da NBA.

A intenção agora é adiantar um novo acordo para a política salarial da liga, que deveria, a princípio, ser negociada em dezembro de 2010. O sindicato de atletas da NBA ainda não se pronunciou a respeito.

Outra medida para evitar o agravamento da crise é a modificação na folha de pagamento. Para a temporada 2010/2011, os times não poderão passar dos US$ 57 milhões, senão terão de pagar multa à NBA, que repassará o valor dividido aos demais clubes.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.