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Pivô Meyinsse brilha, e Flamengo vai à final do NBB

Time rubro-negro faz 3 a 1 na série semifinal contra o Mogi e disputará a quarta final do torneio

O Estado de S. Paulo

19 de maio de 2014 | 21h50

MOGI DAS CRUZES - O pivô Jerome Meyinsse brilhou e colocou o Flamengo na decisão do NBB pela quarta vez. O americano marcou 34 pontos e apanhou seis rebotes na vitória por 79 a 71 contra o Mogi, no Ginásio Hugo Ramos, e ajudou sua equipe a encerrar a série semifinal por 3 a 1.

 

"Eu sabia que o jogo era muito importante e eu queria ajudar o time. Não ligo para marcas pessoais, quero apenas ajudar o Flamengo. Só falta um jogo para sermos campeões e estou muito feliz por ter ajudado o meu time", disse o jogador de 25 anos, que tem média de 12,3 pontos na competição.

 

Resta ao Rubro-Negro, agora, saber quem será o seu adversário na final, marcada para o dia 31 de maio, no Rio. Nesta terça-feira, o Paulistano pode fechar a série contra o São José, caso derrote o time do interior paulista no Vale do Paraíba. O jogo 4 será disputado a partir das 21 horas. A equipe paulistana nunca disputou a decisão do NBB.

 

O Flamengo, por sua vez, é o atual campeão sul-americano (vai enfrentar o Maccabi Tel Aviv no Mundial, no segundo semestre), e já venceu o NBB em duas oportunidades, incluindo a última temporada - o primeiro título foi na temporada 2008/2009. No torneio atual, foi o time de melhor campanha na primeira fase e derrotou Bauru (3 a 1) nas quartas de final.

 

"A gente sempre pensa jogo a jogo, temporada a temporada. Montamos um time para chegar o mais longe possível. Sabíamos da dificuldade no começo, mas conquistamos o nosso objetivo", elogiou o técnico flamenguista, José Neto. "Agora é aguardar o adversário da série entre Paulistano ou São José, que são dois times que trabalharam muito. Espero que seja uma linda festa do basquete brasileiro e que nós sejamos coroados com uma vitória."

 

Já o Mogi deixa o NBB com uma campanha surpreendente. Esta foi apenas a segunda temporada da equipe paulista, que pela primeira vez colocou na semifinal um time que se classificou aos playoffs com a 12ª (e última) colocação da etapa regular. No mata-mata, o time treinado pelo espanhol Paco García superou o Pinheiros (3 a 1) e Limeira (3 a 2).

 

"Jogamos um playoff magnífico contra a melhor equipe da América fora a NBA. Tenho muito orgulho de ter competido quatro jogos contra eles", afirmou García. "Temos que ter orgulho, pois mostramos que sabemos ganhar, e temos que ter orgulho também por mostrar que sabemos perder."

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