Divulgação/Fiba
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Público frustra jogadores da seleção, que querem casa cheia contra o Canadá

Pouco mais de 2.400 pessoas foram ao ginásio Wlamir Marques na vitória diante das República Dominicana

Marcius Azevedo, O Estado de S.Paulo

01 Dezembro 2018 | 05h00

Os jogadores da seleção brasileira masculina de basquete ficaram um pouco decepcionados com o público na vitória diante da República Dominicana, na sexta-feira. O ginásio Wlamir Marques recebeu pouco mais de 2.400 pessoas. A expectativa era de casa cheia para o retorno do Brasil a São Paulo depois de 34 anos.   

"Por ser seleção brasileira, queremos sempre casa cheia. Vimos os jogos em Goiânia com casa cheia. É chato jogar assim", afirmou o ala Marquinhos, citando os jogos da seleção brasileira pelas Eliminatórias das Américas. A partida contra o Chile, por exemplo, teve 10.550 torcedores.

"Mas sabemos que São Paulo é complicado, o horário das 19h é ruim, trânsito caótico, sexta-feira. Esperamos que posso estar mais cheio na segunda-feira e os torcedores possam fazer uma festa para a seleção", completou o jogador, já projetando o duelo contra o Canadá, novamente no ginásio Wlamir Marques, só que às 20h.

O pivô Augusto Lima, que atua no Cedevita Zagreb, da Croácia, também estava um pouco decepcionado. "Sempre é bom ter mais público. Eu que não estou acostumado a jogar no Brasil esperava mais", afirmou o jogador, que, assim como Marquinhos, confia em um melhor público contra o Canadá. "Acredito que segunda-feira estará mais cheio e poderemos dar um presente aos torcedores."

A Confederação Brasileira de Basquete chegou a lançar um lote promocional com o ingresso a R$ 24. Mas, mesmo assim, apenas pouco mais de 2.400 pessoas compareceram ao ginásio Wlamir Marques, que tem capacidade para 7.100 lugares, na sexta-feira.

 

 

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