Site Oficial / Utah Jazz
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'Se fizermos o que podemos, vamos conseguir bons resultados', diz Raulzinho

Armador brasileiro confia em uma boa temporada do Utah Jazz

Gabriel Melloni, Marcius Azevedo, Renan Fernandes, O Estado de S.Paulo

16 Outubro 2018 | 05h00

Em uma conferência, o Oeste, reconhecidamente mais forte do que o Leste na NBA, o Utah Jazz foi semifinalista da temporada passada e não perdeu peças importantes para esta. O panorama positivo motiva o armador Raulzinho, que espera um bom desempenho ainda melhor da franquia.

Na última temporada você registrou 12.2 minutos em quadra, como imagina que será esta temporada em relação à minutagem?

É uma liga de muitos jogos, uma temporada longa, onde acontecem lesões, jogadores podem jogar mal, ficar doentes... Essa questão dos minutos é difícil de falar que espero jogar 10, 15, que eu espero jogar 20 minutos.  A gente sempre quer jogar o máximo, mas não estou preocupado com isso, estou preocupado em ajudar o Jazz no que puder e os minutos serão consequência do que vou mostrar em quadra.

A renovação por duas temporadas te dá mais tranquilidade para trabalhar?

Como atleta, estamos sempre querendo melhorar, estou sempre me pressionando, tenho o técnico me pressionando para melhorar, para treinar cada vez melhor. Essa questão do contrato não muda a minha mentalidade. Claro que fico feliz por ter renovado e ficado no Utah, que era a minha vontade, mas o foco é sempre em seguir evoluindo.

O Utah Jazz está em uma conferência, o Oeste, reconhecidamente mais forte do que o Leste e foi semifinalista da temporada passada. O que esperar do Utah nesta temporada?

A gente manteve o mesmo time do ano passado praticamente, os mesmos jogadores, saiu apenas o Jonas Jerebko. Independente dos outros times, focamos somente no nosso trabalho. Se fizermos o que podemos fazer, vamos conseguir bons resultados e espero que sejam ainda melhores que o ano passado. Nosso foco é melhorar o nosso jogo. Difícil dizer onde podemos chegar, mas vamos fazer tudo para fazer uma grande temporada.

Como foi ver o time se liderado por um calouro, o Donovan Mittchell, e acha que ele ainda pode evoluir?

O bom do nosso time é que não tínhamos só um líder. Claro que Donovan chamou a atenção pelo talento ofensivo, pelo que ele fez nos playoffs, principalmente, no que melhorou durante a temporada. Temos o (Rudy) Gobert, que é o nosso líder defensivo, (Ricky) Rubio, que é o cara que controla o time, (Joe) Ingles, que tem uma experiência diferenciada e nos ajuda bastante, mas o Donovan mostrou muito talento, melhorou e demonstrou que pode ser uma superestrela na liga. E pra gente é muito bom ter ele no time.

 

 

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