Sem Nenê e Baby, seleção de basquete vai mudar estilo

Depois de perder o pivô Nenê, que pediu dispensa por problemas médicos, a seleção brasileira masculina de basquete ficou sem outro importante jogador para a disputa do Mundial do Japão, que vai de 19 de agosto a 3 de setembro. Alegando compromissos com a sua nova equipe, o Utah Jazz (NBA), Rafael "Baby" Araújo anunciou que não vai se juntar ao grupo do técnico Lula Ferreira, que começou os treinos nesta quinta-feira, no Rio. "O Baby vai fazer falta, pois é um jogador talentoso, que tinha o seu valor dentro do esquema tático. Ele até queria vir, mas não deu?, afirmou o técnico Lula Ferreira, admitindo que precisará mudar o estilo de jogo da seleção. ?Tínhamos perdido o Nenê e com a ausência do Baby, perdemos força na equipe. Vamos ter que usar a tática de maneira inteligente. Vamos usar a velocidade da equipe." Assim, sem os pivôs Nenê e Baby, a seleção começou os treinos nesta quinta-feira com 14 jogadores, sendo que dois fazem parte do programa de desenvolvimento e não vão disputar o Mundial: Marcus Vinícius Toledo e Paulo Sérgio Prestes. A preocupação imediata de Lula Ferreira é preparar o Brasil para a disputa do primeiro dos quatro amistosos programados contra a Nova Zelândia - será no domingo, no Ginásio do Tijuca, no Rio. Agora, a base da seleção é formada pelo armador Leandrinho e pelo pivô Anderson Varejão, outros dois brasileiros que jogam na NBA. São eles que prometem conduzir o time no Mundial - o Brasil vai enfrentar na primeira fase, pelo Grupo C, Austrália, Catar, Turquia, Grécia e Lituânia.

Agencia Estado,

20 Julho 2006 | 17h42

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