Stringer / AFP
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140 mil ingressos da Copa foram vendidos no mercado negro

Tráfico de entradas seria menor que nas edições anteriores do Mundial, segundo estudo de empresa

ANSA

07 Junho 2018 | 09h23

Faltando uma semana para o início da Copa do Mundo, na Rússia, uma análise da empresa Eticket4 aponta que entre 5% e 7% dos ingressos foram postos à venda no mercado negro, informou nesta quarta-feira (6) a revista "RBK".

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O estudo estima que cerca de 140 mil ingressos, no valor total de US$ 22 milhões, foram comercializados em canais de venda não autorizados pela Fifa. Os vendedores aproveitam para inflar os preços dos bilhetes, aumentando o valor para mais de US$ 400 nos jogos menos procurados. No caso da final, os ingressos podem custar milhares de dólares. 

No entanto, de acordo com fontes citadas pela revista russa, o tráfico de ingressos ainda é menor do que nas edições anteriores da Copa. A Fifa e as autoridades russas investiram alto para impedir o comércio ilegal. A maioria dos sites de revenda de ingressos saiu do ar a pedido da Fifa, que recentemente entrou com uma ação na Justiça contra o Viagogo, principal varejista de bilhetes online. 

Por sua vez, o Parlamento russo introduziu novas leis em janeiro, que darão altas multas para quem for flagrado revendendo e falsificando ingressos. A Copa do Mundo começará no dia 14 de junho, com a partida entre Rússia e Arábia Saudita, em Moscou. /ANSA 

 
 

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