Daniel Batista/Estadão<br>
Daniel Batista/Estadão

'2015 será diferente', apostam candidatos em eleição do Palmeiras

Paulo Nobre diz que 2014 foi um ano de reconstrução, enquanto Wlademir Pescarmona quer fim das dívidas dentro do clube

DANIEL BATISTA, O Estado de S. Paulo

14 de outubro de 2014 | 12h09

Após um 2014 de muitas dificuldades dentro e fora de campo, principalmente pela falta de condições financeiras para montar um grande time, a próxima temporada será melhor para o Palmeiras. Quem garante isso são os dois candidatos à presidência do clube, o atual presidente Paulo Nobre e o oposicionista, Wlademir Pescarmona. Para o atual mandatário alviverde, 2014 foi um ano de reestruturação.

"O que me deixa satisfeito é que tenho certeza, falo sem medo, que o próximo presidente pegará um clube melhor do que eu peguei. Caso o sócio decida que eu tenho que ficar mais dois anos, ficarei feliz por poder participar disso. Tenho certeza que o sócio vai saber fazer uma análise criteriosa para ver o que é o melhor para o Palmeiras. Não vou medir esforços para o Palmeiras voltar a ser a Sociedade Esportiva Palmeiras que sempre foi e que muito orgulhou sua torcida", assegurou o dirigente.

Já Pescarmona também acredita em dias melhores, mas ironiza a postura de Nobre, que neste ano já emprestou mais de R$ 130 milhões para o clube. "O presidente Paulo Nobre falou que vamos encontrar um clube muito melhor do que ele encontrou. Espero que sim, afinal, ele emprestou R$ 100 milhões para o clube, então espero que o clube tenha as despesas sanadas, porque senão, não adiantou nada ele emprestar todo esse dinheiro", respondeu o candidato.

A eleição para presidente do Palmeiras será realizada no dia 29 de novembro e será a primeira em que os sócios poderão votar. Por ser algo inédito, no clube existem muitas dúvidas de quem é o favorito ao pleito.

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