À beira da crise, Flamengo busca a reação em Santos

Em situação delicada no Campeonato Brasileiro, assim como o seu adversário nesta quarta-feira, às 22 horas, na Vila Belmiro, pela 24.ª rodada, o Flamengo busca a reação contra o Santos a fim de se distanciar da zona de rebaixamento e de dar alguma tranquilidade para o técnico Dorival Junior. Nesta terça, ele demonstrou o seu desconforto com a fase adversa do time ao gritar várias vezes com os atletas durante treino no Ninho do Urubu.

SÍLVIO BARSETTI, Agência Estado

12 de setembro de 2012 | 08h57

Pedia mais atenção, que se posicionassem melhor, que arriscassem chutes a gol de longa distância. O coletivo foi movimentado, e tenso, com atuação fraca dos titulares. Depois, Dorival Júnior reuniu o grupo por mais de 40 minutos, à beira do campo, para uma conversa séria, na qual exigiu empenho máximo dos jogadores já a partir do confronto contra o Santos. Disse entre outras coisas que o Flamengo não pode perder partidas em sequência e precisa dar uma satisfação à torcida.

O time vem de três derrotas seguidas (Internacional, Ponte Preta e Coritiba) e um novo revés nesta quarta poderia deixá-lo na "fronteira do grupo da morte", ainda mais se o Coritiba vencer o Atlético Goianiense, em Goiânia. O outro jogo da rodada que interessa diretamente a Flamengo e Santos, ambos com 27 pontos, vai ser disputado no Recife entre Sport e Bahia, dois que também brigam para não cair.

Para tentar superar o Santos, Dorival Júnior chegou a treinar nesta terça com quatro volantes. Mas optou por escalar três (Muralha, Luiz Antonio e Ibson) e escolheu Mattheus, filho do ex-craque Bebeto, para compor o meio de campo.

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