A vida do "Divino". Agora em prosa

Ademir da Guia pertence à categoria dos gênios da bola, dos poucos que merecem ser considerados "imortais" sem que a expressão pareça figura de linguagem desgastada. A maior parte da carreira, encerrada na segunda metade dos anos 70, foi a serviço do Palmeiras. Mas a arte que desfilou nos campos de futebol, o encantamento que proporcionou a quem teve a felicidade de vê-lo em ação transcendem os limites de paixão de apenas uma torcida. O "Divino", como foi chamado em seu tempo, atraiu respeito e admiração de adversários. O "inimigo" podia até não aplaudi-lo, mas também não tinha a desfaçatez de vaiá-lo.Leia a íntegra no Estadão

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