Abertura da Copa das Confederações quer simular festa da torcida

Mosaicos, danças e coreografias devem enfeitar o show que antecede o início da competição

Eduardo Bresciani - Enviado Especial, O Estado de S.Paulo

15 de junho de 2013 | 07h21

Prometendo repetir a festa das torcidas nos estádios, a cerimônia de abertura da Copa das Confederações deve investir em mosaicos, danças e coreografia para entreter os torcedores que chegarem mais cedo ao Estádio Nacional Mané Garrincha. Não foi informado pela organização se o presidente da Fifa, Joseph Blatter, e a presidente Dilma Rousseff discursarão ou saudarão os torcedores.

Dilma tem relação distante com cartolas e deverá usar um camarote diferente daquele reservado a Blatter e ao presidente da Confederação Brasileira de Futebol e do Comitê Organizador Local, José Maria Marin.

Responsável pela direção do espetáculo, o carnavalesco Paulo Barros ganhou destaque por investir em efeitos visuais nos desfiles da escola Unidos da Tijuca. Em Brasília, porém, a necessidade de preservar o gramado e o próprio ambiente de estádio devem limitar os efeitos.

A intenção é homenagear a cultura brasileira, as seis sedes e os oito países que disputarão a competição. A apresentação reunirá 2,8 mil voluntários que acumularam mais de 100 horas de ensaios. Além deles, artistas circenses e soldados do Exército participarão. A confecção das fantasias ficou a cargo da empresa DaHouse Entertainment.

ERRATA: Havia sido publicado anteriormente que a escola de samba Rosas de Ouro havia feito a confeccção das fantasias para a abertura da Copa das Confederações, o que não ocorreu. O serviço foi realizado pela DaHouse Entertainment, empresa que presta serviços para escolas de samba e também produz cenários e figurinos em diversos eventos. Além da abertura, a corporação também é responsável pela criação das fantasias de encerramento da competição, no Estádio do Maracanã.

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