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Acordo fracassa e Palmeiras e WTorre discutem contrato na arbitragem

Definição de quem é o responsável pela comercialização pode atrasar ainda mais a obra

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

20 de fevereiro de 2014 | 19h33

SÃO PAULO - Palmeiras e WTorre não chegaram a um acordo sobre as vendas das cadeiras da Allianz Parque e o caso será discutido na Câmara Fundação Getúlio Vargas de Conciliação e Arbitragem, conforme definido na escritura da obra.

Com a decisão, a tendência é que a obra atrase. A WTorre diz que até junho entrega o estádio. No Palmeiras, dão como certo o atraso da obra e a possibilidade dela ser concluída só em 2015. A câmara que vai decidir quem tem razão não tem um prazo para a resposta.

A discussão teve início quando Nobre pediu a revisão do contrato e alegou que a WTorre tem direito a comercializar apenas 10 mil das 43.603 cadeiras do estádio. A construtora diz que, na verdade, ela é a responsável por vender todas as cadeiras.

Após diversas reuniões, não houve acerto. Partiram então para a tentativa de um acordo entre mediadores. Clube e construtora teriam um representante e ambos escolheriam um terceiro, que seria neutro. Assim, conseguiram acertar outras questões que estavam pendentes, mas a polêmica das cadeiras continuou.

Atualmente, a obra está 82% concluída e segundo a construtora, 1.100 funcionários trabalham na obra.

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