Acusação de suborno contra Nicolás Leoz é 'assunto fechado'

Presidente da entidade é citado em julgamento sobre a quebra da empresa suíça ISL, ex-parceira da Fifa

EFE

11 de março de 2008 | 18h12

A Confederação Sul-Americana de Futebol (CSF) considera "um assunto fechado" as acusações de possíveis subornos do presidente da entidade, o paraguaio Nicolás Leoz, que nesta terça-feira foram apresentadas como prova no julgamento sobre a quebra da empresa suíça ISL, que explorava os direitos de marketing e imagem da Fifa.A ISL, que administrada a venda dos direitos de imagem das competições da Fifa, quebrou em 2001 e chegou a colocar em perigo a disputa da Copa do Mundo de 2002. No primeiro dia do julgamento aberto em Zug(Suíça) contra seis diretores desta empresa a acusação apresentou como prova os pagamentos que teriam sido realizados pelo presidente da CSF entre janeiro e maio de 2000 por meio de um banco de Liechtenstein.Estes subornos, que tinham como objetivo garantir contratos vantajosos desta empresa com a Fifa, chegariam a um total de US$ 130 mil (aproximadamente R$ 221 milhões).Ao ser questionada sobre esta questão pela Agência Efe, a CSF disse que se trata de um "assunto encerrado" e fez referência ao comunicado emitido no dia 26 de setembro de 2006. Néstor Benítez, porta-voz da entidade, afirmou que a CSF tomou uma posição oficial com aquele comunicado. Além disso, acrescentou que na "ocasião se prestou contas a tal efeito" para a comissão Executiva da CSF.O comunicado afirma que "nenhum membro da instituição recebeu dinheiro da ISL" e que a Confederação nunca manteve relações comerciais com ela.

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