Acusado de alcoólatra, técnico de Togo se queixa à Fifa

O técnico da seleção de Togo, o alemão Otto Pfister, afirmou nesta quinta-feira que vai apresentar uma queixa formal à Fifa por ter sido qualificado como alcoólatra pelo secretário-geral da Federação Togolesa de Futebol, Assogbavi Komlam. "É absolutamente ridículo me chamar de alcoólatra quando eu não bebo uma gota de álcool", disse o treinador.A acusação de alcoolismo veio à tona em virtude da crise provocada pelo abandono e posterior retorno de Pfister ao comando da equipe. Devido a problemas financeiros entre a federação e os jogadores, o técnico decidiu abandonar a seleção dias antes da estréia no Mundial. No entanto, ele negociou o retorno e esteve no banco na partida em que Togo perdeu de 2 a 1 para a Coréia do Sul.A delegação de Togo informou, também, que o zagueiro Ludovic Assemoassa está fora do Mundial e ficará sem jogar por ao menos seis meses, devido a uma lesão no joelho direito. Ele não terminou o jogo contra a Coréia do Sul, deixou o campo de maca e foi operado nesta quarta-feira, em Frankfurt.Para a partida contra a Suíça, na próxima segunda, além da ausência de Assemoassa, Togo não poderá contar o capitão Jean-Paul Abalo, que foi expulso no jogo de estréia e vai cumprir suspensão.

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